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Focando no Esporte

Focando no Esporte - Júlio Mello - 29/04/2017

Fonte de arrecadação?

Lembro muito bem do ex-presidente da Federação Gaúcha de Futsal. O nome dele era Léo Fraga, um senhor de idade, já falecido, foi retirado desta Federação por cobrar taxas demais dos seus clubes filiados. Os dirigentes da época foram apoiados por este grupo que hoje comanda a entidade maior do futsal. E esses entraram justamente com a promessa de não fazer a mesma coisa que o antecessor. E o que se vê hoje em dia? Os mesmos procedimentos de fome e ganância em cima dos pobres clubes que ainda teimam em jogar este campeonato. Preços absurdos para coisas tão simples, e para onde vão todos estes valores? O que é feito desta arrecadação? Vai para algum fundo de ajuda aos clubes quando necessário? Já que para jogar o campeonato cada equipe é obrigada a pagar uma alta taxa antes de começar qualquer certame, mesmo já filiada à Federação.

Todo ano os clubes são obrigados a pagar inscrições dos atletas. A arbitragem é paga pelos clubes. Os fardamentos, cada clube tem que comprar o seu. Na Série Ouro já existe uma revolta, e os clubes abriram uma Liga independente para administrar o campeonato. Olha o que a “grande” FGFS fez com a Assaf? Não tem cabimento o que esta entidade está fazendo com os clubes. Uma reflexão é necessária por parte dos mandatários ou o caminho será o mesmo dos outros dirigentes que tiveram que sair do comando da maior entidade do nosso futsal.

Revolução dos atletas

O maior jogador de todos os tempos, o nosso Falcão, encabeçou uma revolta no futsal brasileiro. A Confederação abusava demais dos clubes e, principalmente, dos atletas. O que fez Falcão? Ele comandou uma revolta contra os mandatários e conseguiu algumas mudanças importantes. Entendo que este é o caminho que deverá ser seguido pelos clubes de futsal e pelos próprios jogadores. Pois são estes os principais atores das nossas quadras. Daqui a pouco não teremos mais clubes que consigam manter esses atropelos da Federação. Até quando vamos seguir com este modelo acachapante dos atuais dirigentes?

Vida difícil do Galo

Não me arrependo de saudar a vinda do técnico Hélio Vieira para o Santa Cruz. Tive um convívio muito bom com ele durante o tempo em que ele treinava o Avenida e até mesmo antes disso. Pois fui repórter por longos anos da Rádio Santa Cruz e transmiti muitos jogos com ele no comando do próprio Santa Cruz. Conheço bem a sua maneira de trabalhar e, por isso, achei uma boa a sua vinda outra vez.

Todavia, já se sabia que não seria tão tranquilo assim o seu trabalho para salvar o Santa Cruz do rebaixamento. A derrota para o Inter de Santa Maria, na quinta-feira, dificultou ainda mais. Pega o São Gabriel na próxima segunda em casa e a vitória é o único resultado a buscar. Na última partida pega o Guarani no Edmundo Feix. Abre o olho aí, meu amigo Hélio Vieira.

Vou torcer para o Beto Campos

Sou colorado e não escondo de ninguém isso. Contudo, não sou mais tão fervoroso como fui anos atrás. Principalmente quando o Inter tinha Vinícius, Régis, Gamarra, Claiton, Caíco, Christian e os mais recentes Fernandão e cia. Também gosto muito do D’Alessandro, mas tenho que agir desta forma em apoio ao Beto Campos. Ele está merecendo um título desta envergadura por tudo que tem feito ao longo dos anos. O cara trabalha de forma retilínea e de forma muito honesta com seus comandados e os adversários. Sou Beto Campos, sim senhor nesta final, apesar de ser colorado. O primeiro jogo da final do Gauchão será domingo, no Beira-Rio, às 16h, entre Inter e Novo Hamburgo.

Willian Campos e seu pai Beto CamposWillian Campos e seu pai Beto Campos Crédito: Divulgação/Rede social
 


 

Merece o destaque especial

Já falei aqui bem antes das coisas acontecerem. Falo do atacante Hyantony. Lá no começo da temporada, ele me disse que a sua trajetória no Avenida em 2017 seria para a sua redenção. Também notei que a sua postura de alegria, educação e vontade de trabalhar iria contribuir para uma boa performance. Para este colunista, jogador que entra bravo em campo ou quadra tem tudo para ser expulso ou ter um mau rendimento. O que não acontece com o atacante do Periquito. O cara está sempre com o astral em alta. Não pode dar outra coisa, se não o sucesso em suas ações. Hyantony, como dizem no mundo da bola, está cheirando a gol. Realmente a fase é sensacional. Felizmente para ele, todos os assuntos levam o seu nome nesta temporada.  

Apenas uma constatação

Em 2011, quando o Avenida subiu para a Série A, teve um camisa 9 diferenciado também. Lembram dele? O Éder Machado, o Éder ‘Loco’. Esse fazia chover dentro de campo. Eu sempre tinha a certeza de que o Éder ia mal ou bem numa partida. Tudo dependia do que ele me falava antes de uma partida. Me dava muito bem com o ‘loco’, que Deus o tenha. Foi dele um dos gols mais bonitos do Estádio dos Eucaliptos. Fez gol em um dos goleiros mais regulares que eu já vi jogar, o monstro Vanderlei. Foi um gol de bicicleta da entrada da área e com um cruzamento do Alex Amado, que hoje joga no Ceará. Éder foi um dos responsáveis pela subida do Avenida naquele ano.

Em 2014, tivemos outro camisa 9, que fez sucesso aqui também. Não com tantos gols, mas com gols importantes. Dinei fez o gol da vitória do Avenida em Santa Maria em 2014, quando o time não podia nem empatar que estaria fora da fase seguinte. Depois fez gol na decisão contra o União Frederiquense. Portanto, sempre que um camisa 9 faz sucesso, o clube sobe para a Série A. Não que isso seja um decreto, mas são apenas coincidências. Para os torcedores do Avenida, esta é uma feliz coincidência.

Falando nele

O ‘loco’ Éder Machado realmente foi um dos maiores goleadores que eu já vi atuando em nossa cidade. Ele tinha algo de especial. Uma chama indescritível que infelizmente se apagou em uma curva. Ele se acidentou indo para Vera Cruz numa noite de domingo. Eu tinha uma amizade muito grande com ele e hoje eu me dou também com os seus filhos. Sua ex-esposa, a Isabel, segue a sua vida, mas sempre lembrando deste grande atacante que era. Saudades deste amigo, jogador e pai de família, que era o grande Éder Machado, o Éder ‘Loco’. Que Deus o tenha. Esteja onde estiver, um grande abraço, meu amigo.

Éder Machado com o troféu de 2011Éder Machado com o troféu de 2011 Crédito: Divulgação/RJ

 


 

Mais uma grande movimentação das crianças

Estarei na Unisc no próximo domingo com a minha criançada. Vamos participar do Torneio Início da Nossa Liga de Futsal. Estarão jogando dezenas de crianças do Vale do Rio Pardo e, com certeza, os pais irão acompanhar. Que tenhamos bons jogos e uma disputa salutar entre todos. Parabéns, meu amigo Cléber, pela mobilização.

Quem vai para a final?

O Campeonato de Monte Alverne entra na reta final e com clubes bem tradicionais nas semis. Numa delas tem São José x Flor de Maio e, na outra, o sempre temido Saraiva contra o União do jovem Charles. Este jovem dirigente fez um belo trabalho no último Regional e agora está fazendo boa campanha no Monte Alverne. Bons jogos para todos.