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Primeiro: Direitos ou Deveres?

Valério Garcia - 14/07/2017

Na minha infância humilde e de morador do campo, sempre vi em meus familiares a importância do trabalho na formação de um homem. Sou do tempo que as crianças ajudavam seus pais durante o tempo que podiam ou tinham disponibilidade. E as tarefas eram múltiplas: ajudar a limpar o pátio, dar comida para a criação de galinhas, porcos e todos os animais domésticos, juntar gravetos e lenha para o fogão, limpar o galpão, entre outros. Quando chovia as atividades eram aquelas permitidas dentro de casa ou no galpão como debulhar milho, limpeza de ferramentas e utensílios. Mas e a Escola? Todos iam na Escola no turno que estavam matriculados, sem problemas. Sei que parece um pouco engraçado para alguns este assunto, mas era a realidade da época e ainda temos muito disso aqui no interior do nosso Estado. Eram os nossos deveres que vinham antes dos nossos direitos, aliás confundiam-se direitos e deveres, ambos eram nossa obrigação. 

Tínhamos nossos direitos como todos: direito à casa, alimentação, educação, brincávamos e éramos muito felizes. O respeito aos mais velhos era evidenciado e cultuado no nosso dia a dia. Nossa liberdade era plena, sabendo-se que ela terminava quando começava a do outro. A Família era o juiz e promotor ao mesmo tempo, e ela era incontestável. 

O que vemos hoje?  A família cada vez mais fragmentada no cumprimento de seus deveres e os jovens tendo cada vez mais direitos. A idade obrigatória de ingresso na Escola diminuiu de 7 para 4 anos, com várias justificativas e estudos que tentam consolidar e nos convencer desta ideia. Confunde-se a educação dos filhos, esquecendo-se que a Escola é para dar formação e conhecimento, lapidando os valores trazidos e exemplificados pela família. Quem primeiro educa deve ser a família, a Escola é para dar formação, conhecimento, incentivando e mediando o jovempara um futuro promissor! 

Essa inversão de valores está materializada nas atitudes das pessoas. É o que vemos hoje na classe política de nosso país. Pessoas que legislam pensando em si, e não no bem da coletividade. Pessoas que não tem culpa de nada, que não fizeram nada e a culpa é sempre dos outros. Quando digo isto, é para TODOS os partidos políticos, não somente para alguns, que segmentos de mídia tendenciosa, tenta desmoralizar. Se alguém fez algo de errado, que assuma e arque com as consequências, mas que essa sentença seja para todos, e não apenas para alguns.

Quero acreditar que a máxima de muitos jovens e adultos de hoje: ... “não dá nada”... , esteja com os dias contados.
Com o pensamento de nosso grande mestre Ruy Barbosa, encerro minha contribuição, desejando um futuro promissor para todos nós brasileiros: “A justiça, cega para um dos dois lados, já não é justiça. Cumpre que enxergue por igual à direita e à esquerda.” Bom final de semana.