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A maioria silenciosa - 2

Osvino Toillier - 02/06/2017

Por maior que seja a tragédia de um país, sempre sobrevivem testemunhas oculares da história. Da desgraça alemã, existem muitas publicações, depoimentos de pessoas que viveram o horror nazista. E foram muito poucos os que se opuseram efetivamente ao avanço do horror da ideologia da raça pura, e parece que todo mundo era engajado nos ideais da supremacia alemã.

A realidade, porém, não era assim, conforme o psiquiatra Dr. Emanuel Tanya, que nos dá conta de que poucas pessoas eram nazistas verdadeiros, “mas muitos apreciavam o retorno do orgulho alemão e muitos mais estavam ocupados demais para se importar. Eu era um daqueles que só pensava que os nazistas eram um bando de tolos. Assim, a maioria apenas se sentou e deixou que tudo acontecesse. Então, antes que soubéssemos, pertencíamos a eles, tínhamos perdido o controle, e o fim do mundo havia chegado!  A minha família perdeu tudo. Eu terminei num campo de concentração, e os aliados destruíram as minhas fábricas”.

Estamos sempre diante de perigo de nos tornarmos vítimas de fanáticos, que continuam fazendo suas vítimas em diferentes lugares do mundo, e parece que não aprendemos definitivamente a lição de horror que os conflitos nos mostram.

Como explicar que jovens de famílias bem estruturadas se alistem ao lado de extremistas em outros países, para lutar numa guerra suja, com princípios discutíveis, inspirados em ideologias radicais que não dialogam com nossas crenças.

Portanto, vigilância sobre a mais perigosa das armas: ideologia extremista para encantar nossos amados filhos. Temos o grande desafio cuidar da formação das nossas crianças e jovens, para que não sejam doutrinados por extremistas, disfarçados em nossas escolas por aí.