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EDUCAÇÃO

A Escola e a Política

Valério Garcia - 26/05/2017

Estamos vivendo momentos de grande relevância educacional/política em nosso país. Estamos acompanhando, durante alguns meses, vários processos cíveis e criminais envolvendo os políticos. Fomos responsáveis direto pelas suas eleições e pela sua chegada ao mandato que ora ocupam. Não delegamos poderes para ninguém representar nossa vontade nas urnas, o nosso voto dependeu única e exclusivamente da nossa vontade e das nossas convicções políticas; não podemos nos eximir dessa responsabilidade.

Em nossas Escolas deveríamos discutir mais sobre as questões políticas de nossa cidade, Estado e do nosso querido Brasil. Essa discussão deverá ir muito além de questões partidárias, muito além das picuinhas que estamos acostumados a assistir pelos meios de comunicação, onde mais se parecem, muitas vezes como uma comédia do tipo “pastelão”. Discutir ideologias partidárias, programas de governo de todos os partidos sem intervir na preferência do nosso aluno, apenas despertando em sua consciência o que ele acha melhor para si e sua coletividade. Que ele escolha livremente sua concepção política. Mostrar o que são e o que poderiam fazer os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário para o bem estar da população. Quais cargos são eletivos e quais são indicados, entre tantas outras funções na administração pública. A gestão pública está no poder do voto; está verdadeiramente nas nossas mãos. Somos nós que elegemos o Gestor da nossa cidade, do nosso Estado e do nosso País. 

E tem pessoas que vendem esse direito! Se existir alguém “vendendo” voto, é porque existe alguém “comprando”. Isto também é uma forma abominável de corrupção. E, muitas vezes, esses compradores e vendedores são os primeiros a engrossar fileiras bradando chavões contra os políticos corruptos, senão forem os próprios. E nós ficamos omissos ao dizer que não gostamos de política, e não damos importância ao nosso voto. Assim vamos perdendo a oportunidade de melhorar a qualificação de nossos políticos e, consequentemente, da política como um todo.

O nosso voto é a “arma” que temos para eleger nossos representantes. E ele deve ser empregado em benefício da coletividade. Não podemos votar pensando somente no nosso umbigo.  E olha a importância deste ato, já que pode depor um Presidente(a) eleito. Pensemos muito bem antes de exercer esse direito e dever cidadão! Como nos diz Edmund Burke: “Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.” 

Não adianta ficarmos reclamando dos políticos por esse ou por aquele motivo pois, se lá estão, é porque foi vontade nossa. Bom final de semana!