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A maioria silenciosa

Osvino Toillier - 26/05/2017

A manipulação da opinião pública é um fenômeno relativamente recente, especialmente potencializado pelos meios de comunicação, de forma que já não somos mais donos dos nossos pensamentos, mas as opiniões que outros plantam constantemente em nós sem nos darmos conta.

É claro que temos de incorporar neste cenário as mídias sociais, com que somos bombardeados diuturnamente, mas cuja repercussão é muito diferente dos meios de comunicação social: estes estão presentes em nossas casas, doutrinando-os através de diversos expedientes; 'aquelas' invadem os equipamentos móveis, mas cujo conteúdo podemos deletar quando quisermos.

Creio que temos todos o desejo de educar nossos filhos para a autonomia, para que tenham opinião própria, para que possam exercer o livre pensar, não se tornem reféns de pessoas hábeis na manipulação da palavra, tão presentes em realidades que no passado infligiram grande sofrimento a sociedades aparentemente imunes a personagens que se aproveitaram da fragilidade do povo num momento dramático da história do país.

Até hoje, o povo alemão continua se perguntando como se tornaram vítimas de Adolf Hitler, que desgraçou a nação e mergulhou a Europa no maior conflito bélico da história, com 40 milhões de mortos.

É claro que um conflito desta dimensão envolve circunstâncias que não podem ser resumidas de forma simplista, mas há que se examinar o tema à luz das circunstâncias da época, que favoreceram o aparecimento de um salvador da pátria que, a pretexto de recuperar a hegemonia do povo alemão, desgraçou a vida de milhões de pessoas, submetendo-as a um sofrimento inimaginável, cujas feridas ainda sangram.

É bom nos darmos conta de que, neste momento difícil que vive o país, precisamos ter cuidado para não cairmos na lábia de um salvador da pátria.