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Sem pássaros não há primaveras

Osvino Toillier - 19/05/2017

Uma temática que mexe demais comigo é o sofrimento humano, especialmente o causado pela estupidez da guerra. E aí exponencialmente desponta a Segunda Guerra Mundial, que levou o mundo à beira do colapso total, inclusive com o uso de armas atômicas, que arrasaram as cidades japonesas de Nagasaki e Hiroshima.

Além das vítimas das batalhas e dos bombardeios cruéis, surgiu um fenômeno terrível, que foi a perseguição a minorias, especialmente os judeus, para os quais foi criada a famosa “solução final”, à beira do Lago Wansee em 1942, quando foram concebidos os terríveis campos de concentração e a matança de seis milhões de inocentes, caçados como bichos e transportados como animais. Tudo isto se abriga sob a palavra “Holocausto”.

Qualquer obra sobre este assunto me desperta interesse. Recentemente, num aeroporto, numa despretensiosa entrada numa livraria, deparei-me com uma publicação inédita. Após detalhado exame, adquiri o livro e, no voo, li mais de cem páginas. Seu nome: “Holocausto nunca mais”, de Augusto Cury, que escreveu um “romance histórico-psiquiátrico sobre os bastidores da Segunda Guerra Mundial que mudará a sua visão de vida”.

O autor mistura personagens reais com ficção, cria um universo mágico, e descreve a cruel realidade com encantamento e poesia, quando diz: “ Sem andorinhas não se fazem primaveras. Elas chilreiam e voam alegremente em busca da mais nobre das liberdades. O que posso dizer de Peter? Sem alunos como ele, não há primaveras no teatro da educação. Com seus debates e intervenções, transformam o árido solo da sala de aula num lugar onde aprender é o melhor de todos prazeres”.

Em meio à inimaginável tragédia floresceu também a poesia e capacidade de ouvir o chilrear dos pássaros e a certeza de que sem eles não há primavera.