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Onde andam nossos filhos?

Osvino Toillier - 12/05/2017

Esta é a pergunta mais natural que hoje se deve fazer aos pais: onde andam seus filhos. Também passamos por esta fase, com as naturais inquietações quando nossos filhos alcançaram a idade de bater asas e fazerem as primeiras revoadas.

Foi exatamente nessa época em que começaram os anseios por libertação da tutela dos pais, e muita gente embarcou nessa canoa furada. Lembro de um pai que me disse: “Quando minha filha completar quinze anos, ela receberá a chave da casa e não mais nos deve satisfação quanto ao horário de chegar em casa”.

Eu lembro bem: minha esposa e eu vivemos um momento de turbulência, porque o paradigma de educação que tínhamos incorporado estava em crise. Não queríamos assumir a imagem de gente ultrapassada, mas entendemos que não poderíamos soltar nossos filhos sem controle e limites. E decidimos praticar a boa e velha educação tradicional: amor com limites. E nos damos bem! Criamos dois filhos maravilhosos, idôneos, amorosos, responsáveis, conscientes de que educação implica asas e raízes.

E assim também estão educando seus próprios filhos, num outro tempo, com outras referências e valores, mas sem esquecer os princípios que sustentaram a vida ao longo do tempo.

Sempre observo com atenção os quero-queros no local onde caminho: o cuidado dos bichinhos com filhotes. O casal é extremamente zeloso e até agressivo com outros pássaros que ousem se aproximar. Faltaria só dizer: este território é dos nossos pequenos, que precisam de nossa proteção e amparo.

Por que haveríamos nós de abandonar precocemente nossos filhos e expô-los a todos os perigos da pós-modernidade, inclusive dos riscos do mundo virtual?

O amor impõe limites! Não descuidemos daqueles que amamos e cujas vidas estão sob nosso cuidado: nossos amados filhos!