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A primogenitura por um prato de lentilhas

Osvino Toillier - 29/04/2017

A luta pela preservação da filantropia foi vencida no primeiro round, com a exclusão das entidades beneficentes no relatório do Deputado Arthur Maia. A atuação direta na Câmara dos Deputados, com destacada liderança gaúcha junto aos Deputados e Senadores, com presença diária nas audiências e debates, fornecimento de informações sobre o quadro educação, assistência social e educação, produziu efeito.

A primeira percepção junto aos parlamentes foi de que pouco sabiam sobre a relevância da atuação das entidades beneficentes, abastecidos por dados pelos nossos adversários, com afirmações equivocadas e distorcidas.

Com gigantesca mobilização, produção de documentos e dados efetivos da atuação das entidades filantrópicas – com pesquisa por empresa altamente conceituada no setor, à luz de dados colhidos nos ministérios – passamos a ser ouvidos com mais respeito, gerando pronunciamentos favoráveis de deputados e senadores, com estratégias de mobilização cada vez mais robustas. Assistimos à apresentação do relatório na quarta-feira da semana passada, sem referência à filantropia, o que foi o máximo com que poderíamos ter sonhado.

Para que se tenha ideia da importância desta vitória, é preciso dizer que, apesar de a causa ser considerada perdida por muita gente até do nosso setor, a reversão aconteceu. O relator havia nos prometido que pouparia as entidades beneficentes, mas, na noite anterior à apresentação do relatório, descobriu-se que o texto do relatório penalizaria a filantropia, quando então entraram em campo os guardas palacianos, e o cenário mudou...

A figura bíblica da troca da primogenitura pelo prato de lentilhas – referência a Esaú e Jacó – é perfeita para o caso, por tentar-se confundir imunidade constitucional por isenção, definida em legislação ordinária e, portanto, alterável a qualquer momento.

Convém não desmobilizar a vigilância das entidades e dos guardas palacianos, porque ganhamos apenas a primeira batalha!