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Como pode?

Osvino Toillier - 14/04/2017

Como pode a gente ter-se perdido tanto, que já não encontra o caminho de volta? Sociedades ordeiras, organizadas, com educação primorosa, valores sólidos, princípios indiscutíveis e assumidos por todos, estão à mercê de brutalidades em seu território, como se estivéssemos realmente em guerra!

O mundo está se armando até os dentes, como forma de se proteger minimamente, com câmeras espalhadas em todos os cantos, a fim de capturar a imagens dos criminosos. E mesmo assim, os bandidos invadem, principalmente as pequenas e desguarnecidas cidades do interior, explodem caixas eletrônicas, metralham os carros das forças de segurança, e não poucas vezes os transformam em reféns e como escudos humanos.

Isto é vida? Com certeza não é! Perdemos a guerra contra os bandidos como nas favelas do Rio de Janeiro, apenas para citar um exemplo. Já não há policiamento nem forças de segurança capazes de conter o contingente de bandidos que são comandados de dentro das cadeias para praticarem toda sorte de atos criminosos.

Acreditávamos na utopia de sermos capazes de criar uma sociedade sem vandalismos, com garantia de educação, respeito às pessoas e à propriedade, ao espaço de brinquedo das crianças e diversão dos jovens, enfim, ao ir e vir sem risco.

Já vivemos esse tempo em nosso país, em que se podia sentar na frente de casa, visitar os vizinhos à noite para fortalecer vínculos de amizade. Não poucas vezes, saíamos de casa, esquecendo a chave na porta. Se é que havia chave!

Também no interior, trancamo-nos dentro de casa, a fim de não nos expormos a riscos e ficamos confinados, em contato apenas com nossas conexões virtuais, única forma de “conversar” com alguém, cercado de cercas eletrônicas e alarmes.

O que vamos responder às crianças quando perguntarem por que não podem brincar na praça, andar na calçada? Ou procurar os ovinhos de Páscoa como fazíamos? Felizmente em outros países não é assim. Felizes das crianças que podem crescer neste cenário!