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Sexo Frágil...?!

Valério Garcia - 10/03/2017

“Dizem que a mulher é sexo frágil, mas que mentira absurda. Eu que faço parte da rotina de uma delas, sei que a força está com elas...”. Quem não lembra dessa música do tremendão Erasmo Carlos para homenagear as mulheres? Todos nós já devemos tê-la cantado algumas vezes, mesmo que em silêncio.

Março começa com “M” de mulher. É um mês onde várias atividades são realizadas para homenagear aquelas que nos presentearam com a vida. Claro que o Dia Internacional da Mulher comemorado no dia 8 de março é apenas um referencial para o ser humano feminino, que deve ser exaltado todos os outros 364 dias do ano, durante toda a sua existência terrena. 

Lembremos daquelas mulheres importantes em nossas vidas. Quem eram elas, o que faziam, onde trabalhavam e como era o seu dia a dia? Quantos dias e noites passaram acordadas para nos alimentar, proteger e nos dar carinho e todo suporte necessário para, simplesmente, existirmos! Quão frágil é o ser humano dito todo poderoso! Somos totalmente dependentes de nossa progenitora para conseguirmos viver logo que nascemos. Mas totalmente mesmo, tal o grau de nossa fragilidade. 

E é nessa condição divina da Maternidade que a mulher foi escolhida para ser sempre superior ao homem. A divindade de poder doar seu corpo e sua alma para a geração de uma nova vida, lhe permite ser diferente em tudo. Mais forte, confiante e corajosa. Nas horas difíceis de nossas vidas é que vemos a força interior que nossas mulheres têm, o jeito de como nos amparam e nos fortalecem para enfrentamento de diferentes obstáculos que nos parecem tão grandes, ao passo que para elas, é apenas mais um a ser superado. Abrigar um filho dentro do próprio corpo, no interior de seu ventre, alimentá-lo com tudo que tem de bom no seu sangue, na sua vida para todo o sempre, é indescritível e imensurável. Nós homens nunca saberemos o que deve ser isso. Nunca esquecendo daquelas que são mães fraternas, que não passaram pela experiência biológica, mas são tão mães, e às vezes até mais, que as outras. É por essas e muitas outras constatações que a mulher é reconhecidamente chamada de “Esteio do Lar”! São as nossas mães, avós, tias, cunhadas, esposas, filhas...

Não tenho o menor problema de fazer tais afirmações pois sou réu confesso: sou muito dependente das mulheres que me rodeiam, tanto no meu trabalho como em minha casa, até os dias atuais. E agradeço sempre por tê-las perto de mim. Encerro essa singela homenagem com o pensamento de Cora Coralina: “A mulher faz a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.”

Felicidades, também, para nós homens em podermos compartilhar nossa vida com vocês mulheres! 

(P.S: Peço desculpas aos prezados leitores pois nossa coluna da semana passada foi enviada para a edição incompleta; logo iremos reeditá-la. Obrigado.)