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"Reformas" na Educação

Valério Garcia - 03/03/2017

Certamente o amigo leitor já passou por algum tipo de reforma em sua vida. Deve ter acompanhado reformas na previdência, em planos de seguros, em estatutos de agremiações esportivas, enfim, até por grandes obras em sua residência ou de algum familiar. Não é uma tarefa simples e exige, sobretudo, a presença de profissionais ou pessoas que entendam do assunto. Acredito que jamais deverei reformar uma casa, por exemplo, sem a consulta e o aconselhamento de um engenheiro. Sem a presença de uma equipe e seus experientes e competentes pedreiros, a chance de perda de tempo e dinheiro é iminente. 

Estou falando acima de fatores e bens materiais. Se não der certo, derrubo e procuro fazer de novo. Tijolos, cimento, areia, não tem vida, não tem emoções, não pensam e não fazem pensar. Não devem ficar fora do prumo, mas mudar o rumo de algum município, estado ou país, certamente não mudarão. 

Já com a Educação que lida diretamente com Gente, as coisas são bem diferentes. Através dela é que haverá a formação acadêmica daqueles que serão e farão o futuro de futuras gerações. Concordo que devemos procurar alternativas de mudanças para sua consequente melhoria. Agora propor essas mudanças sem consultar os protagonistas da Educação que são os profissionais que nela atuam, é tentar a cura de uma doença, sem a presença de um médico.