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Gratidão eterna

Osvino Toillier - 27/01/2017

Se olharmos ao nosso redor e principalmente para trás, vamos encontrar razões para nos curvarmos diante dos benfeitores de instituições, cuja memória precisa ser honrada e respeitada.

É impressionante como as circunstâncias do mundo pós-moderno estão levando as pessoas a assumirem protagonismo nas instituições, destacando os notáveis feitos da atualidade sem qualquer referência ao passado em que o suor, a dedicação e o sacrifício de pessoas de então foi decisivo para a pujança de hoje.

Por questão de humildade e respeito, a gente não pode apossar-se do legado de gerações do pretérito que escreveram capítulos heroicos, quando a realidade exigiu coragem e sacrifício para travessias épicas, em busca de sobrevivência e novas perspectivas.

Muitos desses heróis já dormem no silêncio das idades; outros, em idade avançada, ainda estão por aí e cuja memória poderia ser aproveitada para não sepultar definitivamente informações preciosas e reconstituir o passado e as circunstâncias daquele tempo.

Nada mais injusto do que se enfeitar com penas alheias! Cada tempo encerra suas próprias circunstâncias e precisa ser respeitado como tal. O escritor argentino Jorge Luís Borges deixou-nos um legado que joga luz sobre a questão: “A originalidade é  impossível. Cada nova geração escreve o mesmo poema, conta o mesmo conto. Com uma diferença: a voz”.  

Trata-se de respeito ao conteúdo do poema, mas, sobretudo, à voz. Não silenciar os protagonistas de outros tempos, para que a nossa luz possa brilhar. Temos de dirigir os holofotes sobre todos os tempos e dar vez às vozes de outras épocas, a fim de que nos contem as dificuldades que enfrentaram.

Vamos pesquisar o passado para que as crianças e os jovens possam conhecer a história de nossas instituições e cresçam com a perspectiva de identidade, que é da maior importância nos tempos líquidos.

Em outros tempos, isto era muito natural: todos conheciam a trajetória da instituição educacional, que não era apenas prestadora de serviço, mas entidade com raízes, forjada por cidadãos honrados, que não podem ser deletados, mas lembrados no panteão da memória onde as futuras gerações vão conhecer as origens e a verdadeira história.