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Trump assume hoje, e eu com isso?

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 20/01/2017

Assume no dia de hoje Donald Trump, 45° presidente do EUA, e a pergunta que cada um de nós poderia fazer, e eu com isso? O que parece algo distante, está mais próximo do que podemos imaginar, pois as posições assumidas por Trump não são meros arroubos de retórica, na realidade retratam de forma muito clara a forma de ver do mundo do novo presidente americano, e por consequência do muitos cidadãos americanos que ungiram pelo voto o novo/velho líder. 

Os Estados Unidos da América com sua longa trajetória constitucional sempre teve uma grande influência sobre o panorama político mundial desde sua independência no final do século XVIII, seja pelo seu poder bélico ou por sua longeva vida democrática. Na América Latina, tanto para bem como para mal, sempre esteve muito presente e de forma especial no Brasil, que teve sua primeira Constituição Republicana inspirada no texto constitucional norte-americano.

Frente ao esboço acima, a linha política dos Estados Unidos sempre interessa ao mundo, e não é diferente em relação ao Brasil, e para tanto é interessante analisarmos alguns posicionamentos já públicos do novo presidente.

O bilionário Donald Trump, que através de sua verborragia desenfreada, conservadora, preconceituosa e nacionalista, já deixou muito evidente que irá tomar medidas de controle e limitação da imigração de latinos e muçulmanos. Provalvemente irá levar à frente a construção do muro na fronteira com o México. Também ao que tudo indica irá ser adversário econômico da China, com uma provável aliança com a Rússia. Em resumo, quando no final do séc. XX e início do séc. XXI o mundo imaginava que a globalização seria elemento de rompimento de fronteiras, agora uma década após, o individualismo nacionalista retorna com toda força.

No campo da política, é inegável reconhecer que a derrota da democrata Hillary Clinton interrompeu movimentos mundiais importantes que Barack Obama havia encaminhado, seja dialogando com adversários históricos, como Cuba e Irã, como também políticas internas importantes, que tratam de temas com a discussão do uso de armas, a relação com estrangeiros legais e ilegais, as políticas públicas inclusivas dos negros, dentre outras políticas públicas que foram desenvolvidas com sucesso por Obama.

O contexto acima, deixa evidente que o presidente dos EUA, não é problema só dos americanos, mas de tudo mundo, por isso a esperança que tenho é que os estragos na democracia mundial sejam menores do que os anunciados por Trump.