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Sentimento de não ser amado

Osvino Toillier - 11/08/2017

Madre Teresa de Calcutá é religiosa católica, de etnia albanesa, que dedicou mais de vinte anos aos pobres e enfermos em Calcutá, na Índia, tendo sido recebido o Prêmio Nobel da Paz em 1979, por sua obra missionária e em favor dos mais necessitados.

Foi uma pessoa que não se intimidou diante dos poderosos, denunciando a hipocrisia do mundo diante do sofrimento humano e a doença de milhões de pessoas, sem acesso a tratamento digno e medicamentos para a cura.

Madre Teresa deixou um legado de vida imperecível e o que efetivamente fez pelas pessoas mais sofridas, especialmente tuberculosos e leprosos em Calcutá, a quem não poupou esforços e dedicação para ajudá-los. Lembrando o povo sofrido, afirmou certa vez: “Durante esses vinte anos de trabalho no meio do povo, comecei a compreender, cada vez com maior clareza, que a pior enfermidade de nossos dias não é a lepra ou a tuberculose, mas sim a falta de afeto, a sensação de não ser querido e de não ser amado pelos outros”.

Talvez seja esta a grande desgraça do nosso tempo: o sentimento de que ninguém se importa com as crianças, com os jovens e, principalmente, os idosos. Esse quadro provoca solidão, abandono, depressão, e é o que contribui para o alto índice de suicídios, especialmente entre os jovens.

Parece que a psicologia do mercado tomou conta de tudo, e esquecemos o sentimento das pessoas, a necessidade de companhia, apoio nos momentos mais difíceis, especialmente doença, luto, enfim, os dramas da vida de cada um, que requerem disposição em ajudar e dar apoio.

Madre Teresa disse: “Acredito que o mundo sofre muito, porque existe tão pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para nossas crianças, não temos tempo para darmos uns aos outros, não temos tempo para apreciarmos uns aos outros.”