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O império da truculência

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 18/08/2017

Os Estados Unidos da América com sua longa trajetória constitucional sempre teve uma grande influência sobre o panorama político mundial desde sua independência no final do século XVIII, seja pelo seu poder bélico ou por sua longeva vida democrática. Na América Latina, tanto para bem como para mal, sempre esteve muito presente e de forma muito forte no Brasil, que teve sua primeira Constituição Republicana inspirada no texto constitucional norte americano.

Mas os efeitos colaterais da eleição dos Estados Unidos na eleição do truculento Donald Trump não tardaram chegar, pois nesta semana os americanos desenterraram um fantasma que o mundo imaginava já não mais existir, ao menos nas proporções que veio à tona, que é o racismo na sua essência. 

O primeiro ponto a ser observado que o  Presidente eleito dos EUA, o bilionário Donald Trump, através de sua verborragia desenfreada conservadora e preconceituosa atingiu o eleitorado que se identificou com tal pregação, em razão das mais variadas motivações, mas em especial pela lógica de que os problemas da América estão relacionados aos imigrantes e negros, pois, segundo tal visão, o povo americano puro não merece retoques em sua conduta. Trump faz tal discurso de forma histriônica, pois sua conduta atingiu setores conservadores de uma sociedade com histórico racista, e que quando estimulada traz à tona está genealogia ainda muito presente na cultura americana, portanto, a semente foi lançada. 

A truculência de seu discurso encantou cidadãos que ainda acreditam que o problema da América são os latinos, negros, gays, muçulmanos, dentre outras minorias. Diga-se que o movimento da Virgínia agora diz ser o responsável pela vitória de Trump, e por tal motivo estão cobrando a fatura daquele que foi inspirador do retrocesso, que talvez poucas pessoas acreditassem ainda ser possível em pleno século XXI.  

Agora Trump, faz um  discurso de contrariedade ao movimento racista, como se fosse possível esconder a real opção conservadora  e retrógrada que sempre irá conduzir seus atos, tanto é que a primeira opção de diálogo com a Correia do Norte, foi ameaçar com “ fúria e fogo” o País asiático também governado por um insano. Ou seja, o mundo corre risco eminente de repetirem-se atrocidades do passado, em razão líderes que chegaram ao poder pregando o ódio, algo impensável há uma década atrás.   

Com o contexto acima, percebe-se que a eleição dos EUA, atingiu a forma de sentir e perceber das relações de poder entre sociedade e estado, principalmente no que diz respeito na compreensão das conquistas da democracia, sendo que a aposta no diálogo e na tolerância das diferenças foi vencida pela violência e truculência.