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As aparências não enganam mesmo

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 28/09/2017

Em maio do ano passado escrito um texto intitulado “ As aparências não enganam”, onde fiz as seguintes avaliações:
“A impressão que temos da vida política nacional, é que estamos diante de uma crise eterna sem data para acabar. Desde a reeleição da Presidente Dilma, ela não conseguiu governar, onde a cada dia seu governo era instado a responder temas imediatos, não havendo qualquer espaço para planejamento de médio ou longo prazo, desde os ajustes com os inúmeros partidos, a pauta indigesta da corrupção e a crise econômica levou a mesma ao processo de Impeachment, resultado que todos conhecemos.”
Passado mais de um ano, a situação somente agravou, o Presidente Temer governa apagando incêndios, e mais interessante, dá a impressão da total despreocupação com todas as acusações que lhe são imputadas. Viaja para Rússia, Alemanha, China e EUA, como se nada estive acontecendo. E o mais interessante, que não há consenso no mundo política sobre o que fazer, e qual o futuro, e se há futuro. Se depender do Presidente e seus comparsas, os danos que causarão a nação e a democracia serão irreparáveis.
 Também há um ano atrás referi o jornalista Jeferson Severino que em 15.12.2015, assim escreveu sobre o Presidente Temer “ que quem melhor definiu sua personalidade obtusa foi o outrora todo-poderoso Antônio Carlos Magalhães, com quem teve alguns entreveros na guerra por posições no reinado tucano: ACM cravou-lhe o apodo de MORDOMO DE VELÓRIO. Referia-se a uma frieza posuda que, a princípio, era usada como uma máscara no tiroteio do dia a dia conflituoso do Congresso.
Agora que saiu dos bastidores, o que fez sua vida toda, TEMER da provas que no poder não há espaço para esconder-se, ao contrário, o poder mais cedo ou mais tarde desnuda a todos, e no caso do Michel Temer estamos tendo a pior amostra do que a política dos coronéis nos legou. O resultado da política de Temer e seus comparsas informam que as diferenças sociais novamente voltaram a crescer, onde políticas públicas de acesso a Educação como Fies e Prouni praticamente deixaram de existir, por alegada falta de recursos, Universidades Públicas sucatadas, escolas técnicas com ameaça de fechamento, enquanto que valores da ordem de 3 bilhões foram destinados para base aliada no Congresso para salvar o Presidente de processo criminal. 
Estava com razão há mais de um anos atrás, as aparências não enganam mesmo.