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Maldade com os quero-queros

Osvino Toillier - 06/10/2017

 

Costumo caminhar de manhã cedo num clube da capital onde existe amplo espaço natural, especialmente um gramado, que acolhe nesta época um casal de quero-queros com seus filhotes pequenos, criados sob a vigilância, especialmente da fêmea, que não deixa nenhum outro pássaro se aproximar, muito menos os humanos. São voos rasantes, ameaçadores, afastando qualquer perigo dos pequenos e indefesos filhotes, que se abrigam debaixo das asas da mãe.
À medida que os pássaros definem o local do ninho, e a fêmea começa a chocar, o clube providencia proteção para que uma bola jogada descuidadamente não atinja o ninho.
Todos os dias, quando chegava ao local, a minha curiosidade era sobre os quero-queros, saber se já tinham nascido, enfim, acompanhar a evolução. Não poucas vezes usava em minhas palestras como exemplo o cuidado dos quero-queros com os filhotes, o rigor do casal para não expô-los a riscos, enfim, criar os filhotes com limites e proteção.
Qual não foi minha surpresa quando fui caminhar no local esses dias? Ao não vislumbrar os quero-queros perguntei ao funcionário responsável pela área e zeloso protetor dos filhotes, e ele me disse que, domingo passado, a gurizada matou os quatro filhotes a pauladas.
A minha pergunta é como isto é possível? Será que os pais não ensinaram aos filhos que se deve proteger os animais? A revolta cresce ainda mais por se tratar de jovens de famílias de classe média ou alta, com acesso a boas escolas, e que têm conduta tão perversa quanto nos ambientes da periferia conflagrada.   O que se faz hoje com os pássaros amanhã se fará com os seres humanos.