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Mundo mágico

Osvino Toillier - 14/10/2017

Criança é pura magia. Vira o mundo de pernas pro ar, vê a lua quebrada, quando os adultos só enxergam lua nova, viajam de tapete mágico para outro continente, desprendem-se da realidade concreta para curtirem as emoções do mundo mágico que elas inventam. 
Rubem Alves curtiu como poucos o mundo infantil, escreveu muitos livros para as crianças e tem passagens de insuperável beleza quando fala dessa gente pequena, em sua idade angelical, desprovida de quaisquer sentimentos maldosos. Diz o amado escritor mineiro que deixou um legado imperecível: “O corpo de uma criança é um espaço infinito onde cabem todos os universos. Quanto mais ricos forem estes universos, maiores serão os voos da borboleta, maior será o fascínio, maior será o número de melodias que saberá tocar, maior será a possibilidade de amar, maior será a felicidade... 
Por vezes, entretanto, acontece uma metamorfose ao contrário: as borboletas voltam ao casulo e se transformam em lagartas. Porque voar é fascinante, mas perigoso. É preciso que não se tenha medo de flutuar sobre o vazio com asas frágeis. É mais seguro viver agarrado à folha que se come. E eu me pergunto sobre o que aconteceu conosco. Pois um dia fomos como a Mariana, borboletas aladas, em busca de espaços sem limites. Talvez, por medo, tenhamos abandonado as asas. Talvez, por medo, já não sejamos capazes de voar e sonhar. Gordas lagartas, que não têm coragem de se desprender das seguras folhas onde rastejam”...
Que presente ter uma criança em casa e poder curtir diariamente este pequeno ser que nos ensina que o mundo tem que ser brincado. Os professores têm o dever de proteger o universo mágico da criança e não devem querer transformá-la em adulto. Poupemos as crianças daquilo que destrói a magia do mundo mágico em que elas vivem.