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Memórias alheias

Osvino Toillier - 03/11/2017

Nossa vida é um projeto pessoal, único e irrepetível, mas repercute  na memória alheia. Ninguém pode viver nossa vida, mas não conseguimos fechá-la a tal ponto de que seja blindada, sem diálogo com outras pessoas. Na verdade, acontecem diálogos secretos, sem muito alarde, à sombra de grandes árvores, que lançam raízes profundas e que protegem dos grandes embates.

Não sei se é uma boa querer preservar a vida de convívio mais intenso com outras pessoas. Talvez devêssemos nos abster que querer ocupar territórios alheios com nossas opiniões, mas dispor-nos a diálogos despretensiosos, mantendo a chama acesa, sem a pretensão de desencadear grandes labaredas e incendiar territórios alheios.

Talvez fosse suficiente que permitam que acampemos em territórios alheios, onde possamos ocupar algum espaço para demarcar território, para defender nossas ideias, pensamentos e posições.
Qual é nosso desejo em relação aos outros? Talvez que estejamos presentes em memórias alheias. Que alguém já distante lembre-se do nosso sorriso e se sinta acolhido. Que o nosso bem faça bem ao outro. Que sejamos a saudade batendo no peito de uma velha amizade. Que sejamos o amor que alguém nunca esqueceu. Que sejamos um alguém que sorriu na rua, e o desconhecido encantou-se. Que sejamos, hoje e sempre, uma coisa boa que mora dentro de cada um que passou por nós.
Não passamos anonimamente pela vida. Alguém estará olhando para nós, observando nossos gestos, nossas manifestações, observando nossos valores, nosso jeito de ser.

Cada um de nós lembra de pessoas que nos marcaram por algum gesto ou fala em tempos remotos, talvez na própria infância, cujo pensamento nos marcou para sempre. São memórias eternas, que se alojaram em nosso coração e nos acompanharão para o resto de nossa vida.