Edição do dia 12/12/2017

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Avanços e retrocessos

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 24/11/2017

O processo de maturação do ato pensar, refletir e agir dos humanos levou milhares de séculos para chegar ao nível de desenvolvimento que alcançamos em nossos dias, mas por incrível que pareça, em certos momentos tem-se a impressão que nossa experiência histórica muito pouco serviu para nos orientar no sentido de o que não fazer, pois o tempo já nos demonstrou que não há caminho único para manter nossa presença na face da terra, mas que os atos individuais norteiam a vontade coletiva.

Se por um lado, avançamos muito em quase todos os ramos do conhecimento científico e tecnológico, por outro, temos também evidente que os efeitos colaterais da pós-modernidade criaram indivíduos com enormes dificuldades de se localizar no espaço e no tempo.
Alguns exemplos interessantes, que para mim colocam em exposição algumas contradições que tenho observado, e que de certa forma demonstram nossa fragilidade frente ao mundo do século XXI, vejamos:  Ainda temos milhões pessoas que morrem por falta de alimentos no mundo, mas nunca tivemos tantos obesos na face da terra, sendo que o mercado que vende produtos para emagrecer cresce a cada ano nos Países desenvolvidos e em desenvolvimento; Nunca se prendeu tantos traficantes no Brasil, sendo que mais de 50% dos presos do nosso País são pessoas que de alguma forma afrontaram a legislação antidrogas. Ao mesmo tempo, o uso de drogas ilícitas pelas “pessoas de bem”, tornou-se algo comum e que não guarda nenhuma responsabilidade por parte do usuário com o mundo do crime e o caos dos presídios. Da mesma forma que há uma onda no Congresso Nacional para a liberação das armas de fogo no País, enquanto que mais da metade dos policiais mortos no País ocorrem quando estão de folga. Se policiais treinados morrem ao reagirem a assaltos, não há dúvida que é uma falácia que com o cidadão comum os índices serão menores. 
Ao que parece, a humanidade de tempos em tempos está fadada a retrocessos que não são justificados de forma coerente, ao contrário, as reações ao que tudo indica são mais instintivas de que racionais, pois ao mesmo tempo que muitos nada tem para comer, outros morrem por excesso, enquanto que as cadeias estão lotadas por traficantes, os usuários viram as costas para tal realidade, e onde armas matam milhares, queremos mais armas nas mãos de pessoas sem habilitação  técnica e emocional para usá-las.