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O impacto da inteligência artificial na educação

Osvino Toillier - 16/02/2018

As informações que nos vem dos futurólogos são alucinantes e apavorantes pelas implicações que vão representar tanto na vida produtiva quanto no campo dos empregos. Profissões que vão desparecer e novas que irão surgir começam a trazer inquietações para as escolas sobre o que efetivamente ensinar. Ou talvez melhor: o que os alunos deverão aprender.
É oportuno lembrar este cenário num momento quando as escolas começam a reunir os professores para planejamento do ano letivo e realizam habituais seminários pedagógicos quando todos deveriam debruçar-se sobre esta temática: qual o papel da escola diante do impacto da inteligência artificial? Acho que o grande desafio é cuidar para não preparar os alunos para um mundo que não existe mais.
 As mudanças que vem aí são tão alucinantes, que não conseguimos sequer imaginar as consequências nos diferentes campos da atividade humana. Quem imaginaria que a Kodak perderia completamente o mercado de filmes e papel para imprimir fotos e iria à falência? Da mesma forma, as fitas de filmadoras seriam substituídas por chips de memória, exigindo conversão de antigas produções para podermos assistir aos conteúdos gravados há pouco, sob pena de perdermos memórias afetivas e de valor sentimental.
A escola e o professor estão diante do enorme desafio de se reinventar sem perder a essência. Não se trata de converter a escola num espaço tecnológico, com instalação apenas de tecnologia de última geração, mas com certeza mudar a cabeça das pessoas, sob como agir diante disso. E como fazer isto? Eu penso que é necessário ler muito, pesquisar sobre novos ambientes, visitar escolas inovadoras, abrir espaços para discussão sobre novos cenários, admitir mudanças, sem deletar todas experiências acumuladas.