Edição do dia 22/01/2019

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O impacto da tecnologia artificial na educação

Osvino Toillier - 23/02/2018

Na Feira de Hannover, na Alemanha, em 2011, foi cunhado o termo “indústria 4.0”, para designar fábricas automatizadas e inteligentes, onde a presença humana, além de reduzida, passava a cumprir outro papel: gerenciar a ação das máquinas, e não mais operá-las, no dizer de Thiago de Almeida. Este fenômeno só foi possível pela conjunção de tecnologias como a “internet das coisas, big data, holograma, robótica, impressão 3D, entre outras.
Imaginar uma fábrica totalmente automatizada com a da Lego, na 
Dinamarca, operada por robôs, é algo surreal, mas a realidade vai mudando ao nosso redor, sem que nos demos conta.
E a pergunta natural é: “E o que a educação tem a ver com isso”? Na verdade, tudo, porque desinstala todos os professores diante de duas perguntas: “O que e como nossas crianças deverão aprender”?. Antes de começar o ano letivo, é preciso reunir o time pedagógico, diretivo e os professores, analisar este quadro e fazer mudanças na forma de a escola operar. Continuar como está não dá mais
O universo tecnológico tem que estar presente, e as crianças aprender tudo que quiserem, e não mais apenas o que o programa do professor prevê, desenhado para a época entre a primeira e a segunda revolução industrial. O que nossas crianças deverão aprender então? “A aprender”, porque o mundo se tornará cada vez mais obsoleto a cada década. O desafio será inventar, colaborar e compartilhar. As tecnologias oportunizarão isto cada vez mais. Foi-se o tempo da apostila preparada por alguém e o professor cumprir. A questão é acessar à rede e buscar o que existe de mais atual em qualquer lugar do mundo. E para isso precisa dominar o inglês!
Para começar é isto, mas não dá para deixar de começar imeditamente!