Edição do dia 15/10/2019

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O que dizer do pênalti?

Focando no Esporte - Júlio Mello - 20/03/2018

Olhando, olhando e olhando de novo, é evidente que poderemos chegar à conclusão de que o jogador do Caxias tenha pegado a bola primeiro e depois as pernas do jogador Alexandre. Contudo, o árbitro do jogo, Anderson Farias, marcou com muita convicção o pênalti para o Avenida. Voltou atrás depois de muita reclamação, empurrões e intromissão dos seus auxiliares. Ouvi muita coisa de que os auxiliares estão ali para ajudar e apontar possíveis erros do árbitro. Concordo e até acho que tem que ser assim mesmo. Porém, pergunto: e se fosse na casa do Caxias? O Avenida é quem seria o prejudicado, teria o auxiliar ou o quarto árbitro entrado em campo para fazer o principal dono do jogo voltar atrás? Duvido muito. Então, minha gente, acho que o Avenida saiu sim prejudicado e, na minha opinião, houve intromissão externa, o que não pode, segundo as regras atuais.

Arbitragem teve que sair escoltada de campo e do estádioArbitragem teve que sair escoltada de campo e do estádio Crédito: Julio Mello

Errou em dois momentos

Para este jornalista, o árbitro Anderson Farias errou, e errou demais. Primeiro que o lance é dele e estava bem perto da jogada. Tanto que marcou com convicção. Segundo, se ele entendeu que foi simulação, deveria dar cartão amarelo para o Alexandre.

Quase uma tragédia

Não pode um árbitro agir da maneira que agiu o senhor Anderson Farias. Colocando em risco a integridade física sua e dos demais integrantes da arbitragem. Um erro destes poderia provocar uma tragédia dentro do Estádio dos Eucaliptos. Evidente que não trabalhamos em hipótese alguma com a violência. Mas foi temerária a sua ação de voltar atrás em sua marcação. O torcedor gritou “vergonha” e pressionou a arbitragem na saída de campo e do estádio.

Arrogância e mais arrogância

Alguns membros da Federação Gaúcha deveriam ter um pouco mais de humildade quando conversarem com as pessoas. Uma porque somos todos seres humanos e a segunda é que, sem os clubes, eles não são ninguém. Por último, entendo que a educação é para todos e deve ser de todos. Ninguém tem o direito de passar por cima dos outros devido aos cargos que possuem dentro de suas instituições como se fossem imbatíveis. A soberba já derrubou muita gente neste país. Muito cuidado, meus caros dirigentes da Federação Gaúcha de Futebol campo. No futsal, um homem considerado poderoso também caiu. Tratar bem as pessoas também faz parte do esporte. Humilhar uma gandula do jeito que um dirigente da Federação fez não tem cabimento: “Lá em Porto Alegre ele faz pior ainda com as pessoas”, me disse um membro da FGF, justificando a falta de humildade deste cidadão. Aqui ao contrário, temos a fama de tratar bem a todos sem olhar a quem.

E hoje lá em Caxias?

Certamente, os homens do apito terão uma carga emocional adicional no confronto de logo mais no Centenário. Caxias e Avenida decidem uma vaga nas semifinais do campeonato às 21h30. Vou lembrar aos leitores que não tem nada perdido. Digo ainda que o Caxias não leva sorte contra o Periquito, mesmo jogando em casa. 
 

Faltou time e técnico

Vou falar pouca coisa do clássico Gre-Nal. Primeiro, o Inter não tem time. Segundo, o Grêmio é um time entrosado e com presença em campo de time grande. Por último, o Inter perdeu a grife de time grande. Principalmente quando contrata jogadores oriundos da Série B de Brasileiro. Não pode contratar Dudu, Fabiano, Marcinho e, agora, Rossi. O Inter precisa de um lateral-direito, um zagueiro, lateral-esquerdo, um volante, um meia e mais um atacante de verdade.

Que baita torcida

O público que esteve no jogo contra o Caxias foi o maior do campeonato. Perto das 1.500 pessoas. Muita gente foi ao estádio para ver o bom momento vivido pelo time dentro de campo. Esta é a receita do futebol. Quando o time dentro de campo dá resultado, o torcedor comparece. Parabéns para quem foi ao estádio e torceu pelo Periquito.

Torcedor foi em grande número ao Estádio dos EucaliptosTorcedor foi em grande número ao Estádio dos Eucaliptos Crédito: Julio Mello