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A lição do silêncio

Osvino Toillier - 02/02/2018

Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro, muito valioso e de grande valor sentimental. Após intensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para tentar, já que todos os outros não conseguiram. Seria uma tentativa a mais. Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro.
Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio na mão! Todos ficaram espantados. Então, o fazendeiro perguntou: “Como conseguiu encontrar”? O menino respondeu: “Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão. No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa”.
Decisão baseada na lógica de uma criança, diferente dos paradigmas dos adultos. A racionalidade dos adultos não abre espaço para a imaginação de uma criança. Me divirto assistindo à lógica da neta de dez anos, especialmente quando preparamos uma celebração familiar, e ela é minha assistente. Na verdade, a protagonista na proposição das ações, e eu passo a observar como a criança tem uma visão que foge do paradigma dos adultos.
Nós deveríamos nos dispor a abrir mais espaço para as crianças na programação familiar e teríamos, com certeza, valiosos espaços de criatividade e valorização de futuras lideranças.
É claro que não se trata de colocar crianças em risco, mas valorizar as ideias, proposições infantis e incorporá-las no universo da solução dos complexos problemas com que lidamos todos os dias.
Os adultos não precisam centralizar as decisões e apenas comunicá-las, mas incorporar crianças e jovens nas soluções, e eles certamente crescerão mais felizes e com autoestima elevada pela consideração que receberam.