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Amar os porfessores

Osvino Toillier - 09/03/2018

Na democracia, é preciso respeitar as ideias dos outros, porque senão nos tornamos autoritários e ditadores. Conviver com pensamentos e ideologias que ferem nossos princípios, é no mínimo difícil e desafiador, mas não é possível calar.
 A cada chacina que acontece nos Estados Unidos e especialmente nas escolas, desperta a questão do controle das armas cuja aquisição é bastante facilitada em território americano. Além do mais, cada cidadão pode ter o número de armas quiser, com o argumento de que é para se defender.
Tudo isso já é bastante estranho, mas propor que os professores trabalharem armados, supera a mais estranha e absurda proposta, ainda mais partindo do presidente do país.
O professor é uma figura emblemática de cada país em cujo exemplo crianças e jovens vão buscar lições para suas vidas. Os professores poderão estar revestidos da armadura do amor, do afeto, do carinho, dos mais elevados e profundos propósitos de amor pela humanidade, mas nunca de arma, seja qual for.
Lembro sempre de novo o pensamento do escritor argentino Constancio Vigil: “Quando existir a devida e indispensável educação, os professores ocuparão o mais alto lugar na humanidade. Uma vez que a alma é superior ao corpo, superiores aos demais são os que a ela beneficiam”.
Deveríamos dar a condição de protagonismo e aprendermos com Kierkegaard: “No dia em que a educação não for capaz de se alongar além das salas de aula, não for capaz de assumir as novas aprendizagens exigidas pelos tempos modernos, terá perdido o seu papel e a responsabilidade que lhe cabe dentro da comunidade, não será uma educação moderna”. 
O professor precisa de reconhecimento e valorização para que possa desincumbir-se da sua sagrada vocação profético-missionária, e não ser  peça da engrenagem da ideologia, seja qual fora.