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Tempos turbulentos

Osvino Toillier - 13/04/2018

Este é um tempo estranho, em que ter opinião é perigoso, porque somos julgados pelas nossas palavras, como se fôssemos aliados deste ou daquele partido. Eu queria não ser identificado com um lado, mas ter a chance de poder refletir sobre as circunstâncias que estamos vivendo, com os desdobramentos das investigações sobre os acontecimentos do dia a dia.

Acordar diariamente com informações de desdobramentos de mais uma ação da Polícia Federal é muito ruim para a gente. Parece que a corrupção não tem fim, porque a cada novo dia descobrem-se falcatruas ou procedimentos inaceitáveis, porque configuram atos ilícitos e corrupção em todos os níveis da gestão pública ou privada.
Além disto, convivemos com a espetacularização dos acontecimentos mais vergonhosos na gestão pública, tentando-se fazer crer que os fatos não são bem assim, cabendo a advogados provarem a inocência do acusado.
Eu, sinceramente, tenho saudade do tempo em que se vivia a vida com trabalho honesto, dedicado, sofrido até, mas feliz, porque se fazia o que era certo, e tinha-se vida digna e correta, tanto no plano pessoal quanto familiar ou comunitário.

A única orientação de casa é que não se poderia fazer o que era incorreto, inaceitável perante o código de honra dos pais e da sociedade. Recorrer à Justiça era muito raro, porque os princípios não permitiam que se chegasse até lá. Não havia necessidade de um batalhão de polícia, porque o cidadão sabia quais eram suas obrigações e direitos.

Não se trata de educação repressora, mas ordeira, de princípios, normas que balizam as sociedades civilizadas, como éramos, e não como hoje, quando a insegurança nos impede de circular livremente, tantos nos grandes centros urbanos quanto no mais remoto interior.