Edição do dia 15/02/2020

EDIÇÕES ANTERIORES FOTOS VIDEOS FALE CONOSCO HISTÓRICO - Primeira Edição SANTA CRUZ EM NÚMEROS TELEFONE ÚTEIS

Últimas Notícias

Inscrições para processo seletivo encerram na quarta
GERAL
Sicredi Vale do Rio Pardo investirá em usina fotovoltaica própria
EMPRESARIAL
Educadores e estudantes debatem sobre ensino
EDUCAÇÃO
Unisc recebe prêmio Conciliar é Legal
GERAL
Valentine's Day celebra o amor
GERAL
Seminário marca o início do ano letivo no Colégio Mauá
EDUCAÇÃO
Regional de secretários de educação tem nova coordenação
EDUCAÇÃO
Solled recebe mais uma premiação
EMPRESARIAL
Stifa e Souza Cruz realizam assembleia
GERAL
Não é Não! Santa Cruz do Sul abraça campanha contra o assédio
GERAL
Cemas distribuirá preservativos para foliões
SAÚDE
O drama financeiro do setor público
EDITORIAL
O Imposto do pecado (parte 1)
OPINIÃO
Escolas retomam atividades na segunda-feira
EDUCAÇÃO - Serão 11,1 mil crianças que voltam às aulas no próximo dia, 17
Professores e funcionários recebem capacitação
EDUCAÇÃO - Evento aconteceu no Auditório Central da Unisc e Câmara dos Vereadores
Escola Moranguinho: um lugar acolhedor
EDUCAÇÃO
Ano letivo inicia com mudanças
EDUCAÇÃO - Após aprovado o novo pacote de medidas do Governo Estadual, Cpers não descarta novas greves
Decisão de Desbessell desagrada políticos
POLÍTICA - Vereadores dizem que não foram ouvidos sobre CPP contra Crestani e Schneiders

Sem querer querendo...

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 13/04/2018

O título do presente artigo vai inspirado no personagem Chaves, interpretado pelo ator mexicano Roberto Gómes Bolaños, que fez muito sucesso aqui Brasil nas décadas de 80 e 90, para tentar resumir um sentimento que parece estar muito claro na forma de ver e sentir o cenário político que vamos enfrentar nos próximos meses.

O que se observa é uma enxurrada de informações de todas as matizes no sentido uníssono de que a política e os políticos não representam o povo  brasileiro, e por tal razão estaríamos neste lamaçal político/institucional que parece não ter perspectiva de ao menos em curto prazo ter solução.
Longe das teorias de conspiração, mas há algo muito estranho no ar, e que merece no mínimo uma certa atenção por parte dos brasileiros que ainda acreditam no Estado Democrático de Direito. Senão vejamos: Dias atrás foi lançada a série “O Mecanismo” produzida por uma grande empresa americana, onde o diretor de nacionalidade brasileira, por motivos até então não esclarecidos decidiu alterar fatos históricos recentes, numa prática clara de Fake News, e mesmo assim, quando entrevistado, disse que tal atitude era o exercício de liberdade de criação artística; Semana passada um membro o alto escalão das forças armadas declarou em uma rede social que se o STF ousasse em deferir o Habeas Corpus ao ex-Presidente Lula, haveria o risco de intervenção militar. Poderia aqui ainda falar do voto da ministra Rosa Weber que talvez fique na história da STF como o mais ininteligível e confuso da história do STF.
As situações acima somente demonstram que não é só na política que se mente, inventam-se histórias e meias verdades, ameaça, desdiz-se o que se pensava até ontem. Percebe-se que as instituições sérias como imprensa, forças armadas e judiciário tem dilemas que se refletem/repetem no mundo da política. A pergunta que fica. Qual é o objetivo a ser alcançado até o próximo pleito? Será que o que estamos vendo são atos voluntariosos, ou artimanhas já devidamente planejadas nos bastidores? Como diria Chávez, será tudo sem querer querendo...