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A Educação pede Socorro

Valério Garcia - 20/07/2018

“Um país se faz com homens e livros” (Monteiro Lobato..). Há muito tempo vimos o exemplo de países que sucumbiram pelas guerras, terremotos e outras catástrofes, e se refizeram. Isto se deu através de investimentos maciços na área da Educação. E não poderia ser diferente pois, quanto mais culto e intelectualizado o seu povo, mais rápido e constante será o retorno do progresso. O que verdadeiramente emancipa um povo é o seu conhecimento. Procurar a combinação entre o saber acadêmico dos jovens, mediado pelo saber popular dos mais velhos, é garantia de sucesso.
Apesar de estar na gestão educacional hoje, nunca esqueci da minha verdadeira e primitiva profissão que é o magistério. Entendo os meus colegas só pelo olhar e procuro sempre me colocar no lugar deles, antes da tomada de qualquer decisão que envolva nossa categoria. Quem trabalha comigo sabe o que estou dizendo e pode apresentar o contraditório se achar verdadeiro.
Para se chegar ao tão sonhado título de professor na educação pública, por exemplo, devemos estudar bastante: no mínimo 9 anos no Ensino Fundamental, 3 anos de Ensino Médio e 5 anos de Licenciatura; isto sem reprovar em nenhuma disciplina. Nem falo de creche e pré-escola. Após, realizar concurso público, logrando aprovação com prova escrita e de títulos. A caminhada não é fácil, com grande concorrência. Sem falar quando estudamos mais para garantir títulos de especialista em pós graduação, mestrado ou doutorado. É uma vida acadêmica para estarmos preparados ao grande desafio da educação que é levar, trocar, mediar o conhecimento aos filhos das pessoas. Colaborar, em muito, para que num futuro próximo tenham sucesso em suas vidas, tanto na parte pessoal, quanto na profissional.
Como nos diz o saudoso Mário Quintana: “Vivemos tempos bicudos..”. Os municípios estão sofrendo cada vez mais com a diminuição dos recursos vinculados, sendo estes na maior parte, abocanhados pelo Estado e pela União. Dos impostos que pagamos, a menor parte fica com os municípios. Quem mais faz, é quem menos recebe... E os escândalos não param de surgir todos os dias, nas mais variadas faces político partidárias. Mesmo assim, tentam iludir as pessoas, colocando a culpa em apenas alguns; mas o povo está cansado de ser enganado e as pessoas estão abrindo seus olhos e ouvidos (quero acreditar nisto). 
Mas, o pior de tudo, é você trabalhar incessantemente e, no final do mês, não receber o que tem direito. Isto é indigno e revoltante para aqueles profissionais que zelam pelos nossos/seus filhos. Triste realidade que espero que seja, urgentemente, mudada.
Bom final de semana.