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Só soltei o burro

Osvino Toillier - 01/08/2018

Estórias tem um poder de comunicação incrível. Através de textos simples, tem-se a condição de desenvolver reflexões profundas, que ajudam os leitores a compreender melhor a realidade, através de metáforas, que até crianças compreendem.
Conta uma estória que havia um burro amarrado a uma árvore. O demônio veio e o soltou. Em consequência, o burro entrou na horta dos camponeses vizinhos e começou a comer tudo.
A mulher do camponês, dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e disparou. O dono do burro ouviu o disparo, saiu, viu o burro morto, ficou enraivecido, também pegou seu rifle e atirou contra a mulher do camponês.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mulher morta e matou o dono do burro. Os filhos do dono do burro, ao verem o pai morto, queimaram a fazenda do camponês. O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito e ele respondeu:
- Não fiz nada, só soltei o burro!
Toda boa estória, termina com uma lição de moral. E a conclusão é a seguinte: “Se você quiser destruir um país, basta não prender o burro!”
Estamos vivendo momento difícil em nosso país, por conta da perda de valores, do descompromisso com o ensino e limites, que faz com que os idosos sejam humilhados e desconsiderados, a ponto de as pessoas adultas não terem mais coragem e disposição de manifestarem sua contrariedade com a prática de transgressões que ferem a dignidade e o respeito à vida.
Parece que perdemos as referências sagradas daquilo que nos ensinaram nossos ancestrais, que delimitaram o que podia e não podia fazer. Na Bíblia, há uma passagem que diz: “Não removam os marcos antigos”.