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O dia depois

Osvino Toillier - 02/11/2018

A perspectiva das eleições em nosso país trouxe tensionamentos inimagináveis, porque afloram sentimentos que colocaram pessoas frente a frente, sem condições emocionais de analisar ideias, propostas para resolver problemas. Com espírito envenenado, não há condições de discutir nada, porque o objetivo é apenas derrotar o opositor.
É uma pena que tenhamos chegado a este nível em nossas relações políticas. Não era para ser assim. Precisamos todos de freio, para arrefecer os ânimos e serenar os impulsos para que a paz possa governar nossos sentimentos e consigamos retomar minimamente o diálogo.
Os ideais humanos não podem ser trucidados pela violência para que quem tem mais poder ou votos imponha sua ideologia. O voto é apenas o passaporte para poder ocupar determinada posição política e administrar a polis, segundo os gregos. A praça era o local onde se discutiam as ideias e se tomavam as decisões.
Para nós, estes espaços se transformaram em suntuosos palácios, ocupados pelos poderosos, onde as influências geram privilégios, e as decisões nem sempre estão voltadas para o benefício do povo, que morre à mingua nas emergências dos hospitais, sem conseguir leito para tratamento das doenças.
Enquanto isso, engordam os benefícios dos poderosos e falta dinheiro para o atendimento das necessidades básicas do povo, que paga tributos escorchantes e vive em nível de insegurança crescente, exposto às mazelas de uma sociedade enferma, que clama por justiça, educação de qualidade e segurança.
Não é de se admirar que tenhamos perdido a capacidade do diálogo, porque fomos iludidos em nossas utopias, perdemos a esperança nas promessas e buscamos desesperadamente uma saída para nossas frustrações e sonhamos com um novo início.