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REFORMA PROTESTANTE

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 02/11/2018

Na data de 31 de outubro de 1517 Martinho Lutero tornou públicas suas 95 teses, que fixou na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestando contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana.
Tal atitude teve repercuções enormes não apenas no campo da religião, pois foi sem dúvida o movimento que enfrentou de forma vigoroza a supremacia da Igreja Catótica na época. Mas também foi um momento de transformação da visão do trabalho e acumulação de riqueza em relação a religião. A doutrina protestante não condenou a acumulação da bens desde que fruto de trabalho honesto e digno, sendo que inclusive a riqueza nesta condição seria uma benção de Deus. 
A influência do protestantismo nesta nova forma de olhar o mundo da religião e acumulação de patrimônio, foi objeto de estudo do intelectual alemão Karl Emil Maximilian Weber (1864/1920), em sua obra “A ética protestante e o espírito do capitalismo”. 
A importância que a reforma protestante teve para o mundo ocidental e que no decorrer deste mês comemora 501 anos, sem fazer qualquer juízo religioso, é inegável. A relevância de tal movimento histórico para o mundo religioso e econômico, e que em nossos dias somente não passa despercebido em razão de alguns municípios decretarem feriado na data.
Tenho para mim que a reforma proposta por Lutero e seus seguidores, no crepúsculo da Idade Média, onde o reinado do Igreja Católica Romana era inquestionável, trouxe uma nova visão sobre temas que até então não haviam sido discutidos de forma transparente no campo da religião, e como já dito acima, tiveram reflexos enormes no mundo da economia, onde países colonizados por maioria protestante tiveram maior sucesso no campo da distribuição de renda e crescimento econômico.