Edição do dia 12/11/2019

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Dias turbulentos

Osvino Toillier - 16/11/2018

Os acontecimentos com que convivemos todos os dias, dão a dimensão da complexidade das mudanças radicais que marcam a pós-modernidade. A escola não é uma bolha, acaba refletindo as movimentações da sociedade, e as recentes manifestações que ocorreram nas escolas em decorrência do resultado das eleições são prova disso.
A escola é um organismo vivo, que deve acolher diferentes ideologias para saudável diálogo, mas não pode se tornar dependente de alinhamento ideológico-partidário, porque perderá a autoridade para impor limites e definir fronteiras.
As dificuldades surgem – e se tornam de certa forma incontroláveis – quando os pais começam a tomar partido e desautorizar professores, alunos e a direção. Quando chega neste ponto, a direção perdeu o controle da situação, e a autoridade ficou fragilizada.
A situação fica ainda mais grave, quando representantes políticos se aproveitam para disputar espaço, com o objetivo eleitoral para futuras eleições.
Impressionante como os tempos líquidos acabam retirando a segurança dos territórios. Por isso, é preciso ressignificar os conteúdos que anteriormente estavam tranquilos e agora não mais. Nada é definitivo, a não ser os pilares que sustentaram as instituições ao longo de sua história.
A sacralidade da escola não pode ser afetada sob hipótese nenhuma, porque ela sustenta a autoridade da instituição. Não se trata de religião, mas do respeito que a instituição educacional deve merecer da sociedade, para conduzir o processo de aprendizagem com serenidade e firmeza, e não estar exposta à execração pública.