Edição do dia 19/07/2019

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Perfumarias

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 08/02/2019

Todos os governos quando inauguram seus primeiros dias de poder tem uma ânsia insana de tentar mostrar trabalho, mesmo que seja somente para atender parte de seu eleitorado, que votou nas propostas defendidas na campanha eleitoral.
No caso do Governo Bolsonaro, não é diferente, pois em menos de 50 dias de governo, já foram apresentadas duas propostas que não passam de perfumarias, a primeira em relação a posse de armas de fogo, a esperança de muitos incautos era que poderiam comprar sua arma em um supermercado e colocar no coldre, talvez uma fantasia alimentada pelo cinema americano. Na segundo hipótese, as medidas de combate ao crime e a corrupção do super ministro Sérgio Moro, observa-se uma colcha de retalhos, que em momento algum aponta para as causas da criminalidade, mas apenas tenta, de forma tosca, remediar o irremediável. As medidas contra a criminalidade não tratam do bloqueio de celulares na prisão, da entrada de armas e drogas na fronteiras, da violência das grandes e médias cidades causadas pelo uso e tráfico de drogas. Em resumo, perfumarias, que os especialistas em segurança pública classificaram como mais um arremedo legalista.
Mas o mais grave e eficaz que o Governo já fez foi reduzir o salário mínimo, e agora com a reforma de previdência no forno, já se tem notícia que vai sobrar para o andar de baixo novamente. As informações até agora chegadas, dão conta de que o corte de direitos será na grande massa dos trabalhadores privados do INSS, enquanto o setor público, responsável pelo maior déficit da previdência pouco se fala, e quase nada se ouve. 
O ministro Guedes, promete poupar um trilhão em dez anos, mas o déficit segundo noticiado na imprensa, somente no ano de 2018 estaria próximo de 290 bilhões, dos quais quase metade representa as aposentadorias e pensões de 980 mil servidores públicos federais, (civis e militares). Já os trabalhadores da iniciativa privada somam 32 milhões, o que demonstra o oceano que separa os regimes.
Ou seja, de perfume em perfume, tudo indica que quem vai pagar a conta seja na esfera criminal e previdenciária deste governo são os pobres deste País, que com certeza ficarão ainda mais pobres e marginalizados.