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A importância dos avós - 1

Osvino Toillier - 29/03/2019

Os avós são as figuras poéticas do universo familiar. Cada um de nós se lembra deles com afeto, carinho e saudade. Eles são presenças marcantes em nossas vidas, embora muitos talvez não tenham tido o privilégio de conhecê-los e conviver com eles. Eu não conheci o meu bisavô paterno, mas convivi intensamente com os avós do lado materno, porque eram vizinhos, e a avó paterna era também figura muito doce.
Tive o privilégio de os meus pais estimularem muito o convívio com os avós, a ponto de minha mãe dizer que, em determinado fim de semana, deveria visitar a avó que morava distante.      
Uma das lembranças mais marcantes do avô materno foi o cavalo que ganhei de presente dele. Era o animal com a primazia do pasto lá em casa. Foi presente do meu vovô. Pena que ele foi tão cedo embora, vítima de doença grave. Foi no dia 28 de outubro de 1957, exatamente no mesmo dia em que nasceria nosso primogênito. Coincidências incríveis!
Em nosso tempo, os avós eram pessoas idosas, a quem a gente se referia com reverência, pela idade provecta. Hoje se alcançar esta idade muito mais cedo.
Mas eu queria falar do fato de sermos avós e do privilégio de poder conviver com netos e netas e, especialmente, da assimilação desta condição. De repente, nossos filhos nos deixam de chamar de pai e mãe e nos chamam de vovô e vovó. Confesso que isto mexeu comigo. Temos de assimilar uma nova cultura, ter criança pequena cuja educação não é mais de nossa responsabilidade, mas não dá para ficar indiferente diante de atitudes que conflitam com nossas convicções e entendimentos.
Aí começa uma aprendizagem em que a gente faz parte de um processo educacional, mas não é mais protagonista.