Edição do dia 17/09/2019

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A Escola Cidadã

Valério Garcia - 12/04/2019

A grande maioria das pessoas ouviu de seus pais a seguinte frase: “Quero dar aos meus filhos o estudo que não tive...!” Certamente, alguns de nós já ouviram essa fala. E essa colocação ressalta a importância da Educação e do conhecimento para nossa vida, para nossos filhos. E quando se fala em Educação, obviamente nos vem na lembrança, uma Escola com qualidade suficiente para suprir nossos anseios referentes ao conhecimento. Mas que Escola seria essa? 
 No início do século XIX a Escola foi estruturada na concepção das teorias de Taylor. Essas teorias foram desenvolvidas por Henry Ford e baseavam-se na produção sistemática do trabalho. Trata-se de uma organização escolar fragmentada, com direcionamentos curriculares específicos e profundamente hierarquizada. O professor é quem ensina e o aluno, quem aprende.  A sala de aula torna-se um ambiente voltado à competição, com premiação aos melhores colocados, através de processos de avaliação com ênfase à quantificação do conhecimento adquirido. O que mais preocupa nesse modelo é a alta evasão escolar daqueles que, por um motivo ou outro, não atingem os objetivos mínimos impostos e engrossam as listas de reprovações. Sem que percebamos, o caminho a ser trilhado torna-se mais competitivo e individual, onde o mérito é motivo de premiação. 
Atualmente as crianças estão indo cada vez mais cedo à Escola. Já comentamos sobre isso. A legislação vigente obriga municípios e estados a ofereceram vagas para nossas crianças a partir dos 4 anos de idade. A Escola não é mais um privilégio de alguns e sim, uma obrigação de todos! Profundas modificações comportamentais ocorreram nos últimos anos no cotidiano das pessoas. Os arranjos familiares diversificaram-se, as crenças e os avanços tecnológicos multiplicaram-se, entre outras alterações que vemos todos os dias. 
A Escola de hoje deve voltar-se para a Cidadania. Estamos precisando muito de “gente” em nossas vidas. Não que os “gênios” não sejam importantes... O mundo está em constante movimento social, e esse movimento, é perceptível a todos, e em todos os instantes pelos meios de comunicação, numa velocidade voraz indescritível. A Escola deve ser um elo de ligação entre a vida real e subjetiva, numa mediação constante do que é melhor, não somente para mim, mas para o meu semelhante, também! A ética está sucumbindo quando vem à tona o capitalismo.  Esquecemos que a espécie humana faz parte do Planeta, e queremos apropriarmo-nos dele sem escrúpulos para o alcance de nossos sórdidos objetivos. Por causa do dinheiro o homem esquece que tem direitos e deveres perante a sociedade. Parece que tudo tem um preço, e isto não pode ser verdadeiro! Tem coisas que jamais o dinheiro conseguirá comprar e nós sabemos disto.
Devemos acreditar enfaticamente na Educação e nas nossas Escolas Humanistas pois já dizia o grande Mestre Nelson Mandela: “A Educação é a arma mais poderosa que temos para mudar o mundo.” Bom final de semana!