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A crise econômica de sempre

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 24/05/2019

Todas as notícias dão conta de que o País vive uma crise sem precedentes. O Ministro da economia em todas suas manifestações, deixa evidente de que não há outra alternativa para salvar o País, senão a reforma da previdência, que segundo sua versão irá salvar a economia do abismo que se avizinha. Alguns economistas também opinam que é a pior crise econômica que o País já atravessou, inclusive pior de que a crise de 1930 e 1931, quando também houveram duas quedas sucessivas no PIB nacional. 
Com todo respeito aos economistas que manifestam tal entendimento, pois o mesmo é no mínimo equivocado, para não dizer que mal-intencionado. 
O Brasil da década de 20 e 30 de século passado em momento algum pode ser comparado com o que o Brasil representa atualmente no cenário internacional. Na crise de 29 que atingiu o mundo, com a quebra do bolsa de valores de Nova York, e por consequência dos países periféricos como Brasil, com sua economia baseada na produção de café e extrativismo, sendo que a indústria nacional sequer existia. 
É evidente que o discurso de alarmismo tem objetivos muito claros, principalmente quando um governo não tem projeto de futuro, senão entregar as riquezas naturais para o mercado internacional. Quando, a principal pauta do governo é armar seus cidadãos, e para tanto, faz remendos legislativos que não se sustentam nem por um dia, resta evidente o total despreparo para lidar com temas como relações internacionais e política econômica macro, que vise valorizar a produção nacional.
Somente para citar, o setor primário evoluiu de forma muito evidente, sendo que a safra deste ano será a maior de todas da história. A indústria automobilística e de máquinas, a construção civil são atualmente capacidades instaladas que não existiam nas crises anteriores. 
Desta forma, acredito que a crise hoje vivenciada nem de longe tem similitude com as crises acima referidas, sendo que o nascedouro da dificuldade atual encontra sua explicação mais na política do que na economia, razão pela qual a recuperação também depende de uma estabilidade política, o que parece que não será fácil de ser construída, pois os primeiros cinco meses de governo nos dão mostras nada promissoras.