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O preço da exposição

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 28/06/2019

Em tempos antanhos era muito mais fácil manter ocultas práticas de dominação coletiva dos aparelhos estatais sobre a coletividades, eis que se impunha a ferro e fogo o silêncio sobre a imprensa, e as instituições então existentes, muitas vezes faziam ouvidos moucos em relação as muitas atrocidades que aconteciam nos porões da ditatura. Os fatos são incontestáveis, e se agora vivemos tempos estranhos, mas alguma esperança ainda existe, pois o Estado Democrático de Direito nos permite, ou melhor, nos impõe o direito ao contraditório e a ampla informação.
Quando é noticiado o fato de que um servidor estatal que é flagrado no exterior com 39 Kg de cocaína transportados por uma aeronave do Exército Brasileiro, ou então, um Ministro da Justiça que é flagrado mentindo, temos que reconhecer que tais situações, por pior que pareçam, são sinais de novos tempos. Fosse no passado, tais fatos sequer viram à tona. Exemplo disso é o fato que de pouco tempo para cá tivemos acesso a informações da CIA sobre ordens de homicídios determinadas por Presidentes da República durante o regime de exceção aqui no Brasil.
É bem verdade que as reações institucionais não são as mais republicanas, pois ao invés da haver uma total abertura para a sociedade dos fatos ocorridos, eis que os fatos são de natureza gravíssima, pois não pode as Forças Armadas ser suspeita de tráfico internacional de drogas e muitos menos a Justiça ser comprometida por um Ministro que tem problema com a verdade. 
Mas o preço da exposição é exatamente este, ou seja, por mais danosas que as atitudes acima mencionadas pareçam ao País em primeiro momento, elas tem papel propedêutico de dizer em alto e bom tom, é claro, para aqueles que ainda querem ouvir, que é necessário a vigilância permanente sobre todos os agentes que detêm muito poder, eis que não estão imunes aos desvios de conduta, e quando são agentes estatais, os limites devem ser mais rigorosos ainda, pois sua atribuição é a defesa da coletividade, e não seus interesses individuais ou de grupos que pretende proteger.