Edição do dia 16/08/2019

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Um ano do vale alimentação

De Olho na Informação - Júlio Mello - 19/07/2019

O plenário da Câmara estava lotado na última segunda-feira. Os funcionários municipais se organizaram e fizeram uma grande manifestação no aniversário do projeto dos Vales Alimentação. Não pouparam críticas aos que eles chamaram de “vendidos”, “corja” e outros nomes mais. Aos gritos de “vocês tiram os nossos direitos, nós tiramos o seu sossego”. Os gritos foram mais fortes na hora da votação. A presidente que voltava de atestado tentou intervir, mas não foi feliz, teve que encerrar a reunião. Os funcionários deram um recado para quem achava que estava tudo tranquilo. Os funcionários municipais mostraram força e mais, deixaram claro que quando são convocados grande maioria se faz presente.

Funcionários fizeram um grande barulhoFuncionários fizeram um grande barulho Crédito: Julio Mello

Parabéns ao secretário e ao Eisstocksport
A presidente da Câmara que voltava de atestado médico, saudou o secretário da Câmara Sérgio Böhm, por ter sido campeão na Copa América, realizada no Paraguai no final de semana passado. Os brasileiros fizeram sucesso na 8ª edição da Copa América de Eisstocksport. A competição foi realizada entre os dias 11 e 13 de julho, em Assunção, Paraguai. Os brasileiros foram muito bem. Das quatro medalhas de ouro possíveis, o Brasil conquistou três, além de três medalhas de prata e duas de bronze. Tudo com o comando do Sérgio Böhm. Parabéns amigos do Eisstocksport.

Menos mídia e mais obras
O vereador que um dia já disse que o atual prefeito era o seu mentor político, hoje, não pensa mais assim, Alex Knak, MDB, subiu à tribuna para criticar de novo o governo municipal. O que tem sido uma rotina. Principalmente depois que o prefeito demitiu alguns CC’s do MDB. Dentre as críticas feitas ao governo municipal, estão a falta de pavimentação nos bairros de Santa Cruz e a transparência nas informações para a população de Santa Cruz. Disse ele segunda-feira, “calçar as ruas dá dignidade as pessoas. Senhoras e senhores, Santa Cruz quer menos mídia de resultados e mais políticas de resultados”. Portanto, são outros tempos para o vereador Alex Knak.

Nem situação e nem oposição
O vereador Luís Ruas, PTB, afirmou na última reunião ordinária, que não é situação e nem oposição ao governo municipal. A sua afirmação se deve aos pedidos que vem fazendo junto às secretarias e tem levado sim na maioria de seus pedidos. Ressaltou o seu trabalho junto a comunidade do Bairro Faxinal, onde ele constantemente vem fazendo um faxina, junto aos lixões encontrados. Inclusive fez questão de agradecer aos secretários pela ajuda que vem recebendo.

Não gostaram muito
A suspensão das investigações com dados compartilhados por órgãos de controle financeiro sem autorização judicial prévia, sobre o filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, determinada na terça-feira pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, uniu em reação as diversas esferas do Ministério Público no país, divide os próprios ministros da Corte. Quatro dos cinco ministros da Primeira Turma do Supremo, por exemplo, já votaram em dezembro de 2017 pela legalidade da medida. Por outro lado, quatro ministros, incluindo Toffoli, também já criticaram, em maior ou menor extensão, esse tipo de prática. A matéria vai para o plenário dia 21 de novembro.

Não para o vereador Paulo Lersch
O Tribunal de Justiça do Estado negou na manhã de ontem, um habeas corpus para o vereador Paulo Lersch, ex-PT e seu assessor Carlos Henrique Gomes da Silva. Ambos estão presos no Presídio Regional de Santa Cruz, por suspeita de liderarem um esquema fraudulento de captação de salários de servidores da Câmara de Vereadores de Santa Cruz. A defesa ainda poderá recorrer ao STJ em Brasília. Lersch está preso preventivamente desde o dia 5 de junho.

Paulo Lersch, ex-vereador do PTPaulo Lersch, ex-vereador do PT Crédito: Julio Mello

Governo Federal quer concorrência nos combustíveis
A notícia não é de hoje, mas poucos se deram conta de que é uma das mais importantes dos últimos tempos. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) será o epicentro do processo de derrubada do preço do gás anunciado pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia). Diante de resistências internas da Petrobras, caberá ao órgão de defesa da concorrência abrir negociação com a estatal para a venda de ativos ou a liberação de acesso à infraestrutura de transporte do combustível. A ação do Cade é parte de um movimento organizado em conjunto por diversos setores do governo para tentar quebrar o monopólio da Petrobras e trazer competição ao setor, com o objetivo de promover no país um "choque de energia barata", nas palavras de Guedes.

Estudos existem
Estudos iniciais indicam que a redução do preço poderia adicionar à taxa de crescimento do país quase um ponto percentual ao ano e gerar mais de 12 milhões de novos empregos nos próximos dez anos. Um dos mentores da proposta, o economista Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas, estima que, ao incentivar a competição, é possível reduzir pela metade o preço do gás natural vendido no país, com impactos positivos na atividade industrial e na conta de luz. "O que temos no mercado de gás no Brasil é um caso absurdamente clássico de sobreposição de monopólios", afirma Langoni. "A Petrobras praticamente controla a totalidade da oferta e continua controlando a infraestrutura logística, principalmente os gasodutos. Do lado da distribuição, há monopólios também nos estados". A ideia é que, em até dois meses, o Cade e a Petrobras apresentem um plano para a venda de ativos no segmento. Em troca, a empresa se livra de processos que apuram práticas anticompetitivas e discriminação na venda de gás.

Mudança inclui mais três questões
O pacote em gestação inclui ainda outros três pilares: revisão do modelo tributário do setor, incentivo ao uso do gás para geração de energia e novo marco jurídico para a distribuição, para apoiar a figura dos consumidores livres de gás (que podem negociar o produto sem a distribuidora). O incentivo à competição pela oferta, porém, é visto como essencial para que os planos avancem. Hoje, empresas privadas são donas de 25% do gás extraído no país - boa parte em campos em parceria com a Petrobras. Sem acesso a dutos, as sócias da estatal preferem lhe vender sua parcela sem competirem pelo mercado. A Petrobras é dona também das unidades que tratam o gás antes que ele seja injetado na rede e dos terminais de importação do produto por navios. E ocupa a maior parte da capacidade dos grandes gasodutos que transportam o combustível pelo país.

Preço do gás influi em tudo
O preço da energia tem forte impacto sobre o custo operacional das empresas e sobre a produtividade de toda a economia. No Brasil, esse insumo teve forte alta nos últimos anos, servindo de força contrária à expansão industrial. A Abrace (que reúne grandes consumidores de energia) chegou a encomendar um estudo para medir os impactos da proposta do governo. Segundo a análise produzida pela consultoria Ex Ante para a entidade, entre 2000 e 2018, a inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA, teve alta de 209%. Nesses 18 anos, o custo unitário da energia elétrica para a indústria cresceu 497,4% acima da inflação. O custo do gás unitário teve crescimento mais impressionante ainda: aumento real de 1.200%.

Está de volta a cidade
Um Bispo querido e amado pela comunidade mais carente de Santa Cruz, volta para a sua terra. Isso mesmo, Dom Gílio está de volta à comunidade. Na verdade, ele é Bispo Emérito lá em Bagé, mas resolveu vir para casa. Quer morar no Bom Jesus. Ele teria mais alguns anos ainda, mas o tratamento de saúde, o fez voltar para casa mais cedo. Pois, que seja bem-vindo. Gosto muito deste senhor e a minha mãe também é bastante religiosa. Por isso, sempre acompanho os seus passos. E sem falar que me dou muito bem com toda a família deles. A família Felício é sempre bem-humorada e gosta de música. Me marcou muito um vídeo deles lá em Bagé, quando da visita de familiares ao nosso bispo.