Edição do dia 16/08/2019

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Olhar Parcial - Edison Rabuske - 02/08/2019

 O título acima reflete muito bem o que estamos vendo do Governo Bolsonaro, que a cada dia que passa apresenta uma nova bizarrice de seus membros e do próprio Presidente, que ao que parece, faz esforço pessoal para ficar à frente da Ministra Damares, do Ministro do Meio Ambiente e do Ministro Ernesto Araújo. Não é possível dizer que já chegaram ao limite, mas este quarteto mágico está fazendo força. A primeira dizendo que viu Jesus na goiabeira, o segundo disse que não conhece Chico Mendes, o terceiro defende a tese de que nazismo e fascismo tem vertente de esquerda, e o Presidente acha que o Carnaval se resume a uma cena tragicômica e toma a liberdade de divulgar para o mundo. Nem vou falar do Ministro de Educação, daí já é demais.
Mas não há novidade nisto tudo, pois o que temos visto nos últimos dois meses é um total despreparo para enfrentar os temas relevantes do Brasil, e que, diga-se de passagem foram bem abordados por vários outros candidatos, de várias vertentes ideológicas durante a companha, dentre os quais podemos citar Ciro Gomes, Fernando Haddad, Amoedo e outros. Já em relação ao Presidente eleito, não pode-se dizer o mesmo, pois, não houve campanha eleitoral que tenha apresentado uma proposta concreta para problemas históricos como distribuição de renda, saúde, educação, previdência, segurança e geração de emprego e renda. O que foi apresentado é o que está sendo traduzido na prática pelo governo, um amontoado de malucos dizendo o que vem à mente, e logo depois um pedido de desculpas.
Não bastasse tal confusão, o Presidente ainda tem três filhos problema, um envolvido com milicianos e o outro marqueteiro prático, que acredita na tese de que todos os brasileiros que não concordam com os rumos de desgoverno são inimigos e devem ser eliminados, e o pior, com apoio irrestrito do Papai, que acredita piamente que implantará a dinastia Bolsonaro no Brasil. Salvo engano, mas tenho que tal pretensão não se realizará, para o bem do Brasil e dos brasileiros, que podem até ter sido ludibriados em primeiro momento, mas deverão corrigir seu erro logo aí adiante, e as manifestações vistas no Carnaval são provas inquestionáveis disto.
Por tudo acima dito, não vejo surpresa em todos os absurdos que estão sendo patrocinados pelo Capitão e seus comandados, pois não podemos construir uma nação com fundamentos odientos e fascistas, onde a cultura da violência e da agressão ao próximo seja algo visto como normal. Por isto, vamos torcer para que danos não sejam irreparáveis.   

*Escrevi o texto há quatro meses, e a tragédia só piora, e nada é tão ruim que não possa piorar.