Edição do dia 16/08/2019

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Tempos de serenidade

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 09/08/2019

Na infindável roda do tempo, em todas as épocas, sempre houve e sempre haverá pelo homem o questionamento sobre os limites da capacidade de descobertas e todas as possibilidades do universo e sua relação com a vida. Os avanços tecnológicos são inevitáveis, e se impõem de uma forma ou de outra para todos os seres vivos da face terrestre, e também geram consequências sobre toda a biosfera.
As descobertas dos últimos cem anos levaram o ser humano a lua, aumentou de forma considerável a expectativa de vida, curou muitas doenças fatais, reduziu distâncias, facilitou a comunicação, dentre tantas outras vantagens que todos conhecemos.
Talvez estejamos passando por um momento da história jamais visto, e a resposta mais próxima do acerto deve ser que não há limites sobre tudo que ainda nos espera. Se observarmos os últimos 30 anos, os movimentos mundiais nos indicam que não há limite na capacidade instalada de novas descobertas no campo científico. 
Tal voracidade no campo das descobertas atinge todos os seres vivos ocupantes do globo terrestre, em especial o “bicho” homem, que muitas vezes, num misto de deslumbramento e insegurança encontra-se no centro deste turbilhão de mudanças, das quais quase nunca tem participação, senão como mero espectador/consumidor, à mercê do grande mercado mundial dominado por especialistas que ditam as novas descobertas, e por consequência as novas formas da busca da inalcançável felicidade.
E no sentido oposto, mesmo com todas as facilidades, tem-se indicadores, que talvez nunca antes o homem tenha sofrido tanto dos efeitos da solidão, como depressão, fobias de toda a ordem, e por tal razão tornando-se muitas vezes vítima de falastrões, que vendem promessas falsas em programas televisivos da tv aberta. Não é incomum assistir programas onde encenam-se curas milagrosas, promessas de prosperidade, sucesso na vida pessoal com um simples copo da água ou um lencinho abençoado. O mais grave, é que há um contingente enorme de pessoas bem intencionadas, que na solidão de suas angústias buscam respostas para perguntas que não podem ser respondidas, porque as respostas infelizmente não existem, e por isto são presas fáceis de muitos embusteiros que se aproveitam da fragilidade da emocional de muitas pessoas humildes.
Opino no sentido de que devemos nesta frenética marcha relativizar todas as verdades que já nos foram ditas, bem como aquelas que nos são apresentadas todos os dias. Não há, e talvez nunca houve espaço para verdades absolutas, sejam elas religiosas, políticas, científicas ou sociológicas. O que temos para o momento é um caldeirão de informações que não estão tendo o devido tempo para serem decodificadas, com advertência de seus efeitos colaterais, e por tal razão, o risco de leituras equivocadas seja provável.