Edição do dia 19/11/2019

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O viver e o morrer

Osvino Toillier - 18/10/2019

Estar de repente diante da morte é um fato estranho, com diferentes reações e sentimentos. A gente sabe que a morte é uma dimensão da vida, mas quando ela rouba o convívio de um ser humano do círculo familiar é muito doloroso. Emergem lembranças do convívio com esta pessoa, e buscamos conforto para a dor amarga da ausência.
Emerge imediatamente a saudade, tentando aplacar a dor da perda. Mas é só um alívio momentâneo, porque o vazio é impreenchível. O lugar da pessoa está definitivamente vazio, a imagem evoca a figura que foi embora, a pessoa não responde mais.
Nossos pensamentos então se voltam para o tempo do convívio concreto com a pessoa de cujo convívio fomos privados. E os olhos voltam a brilhar, porque a presencialidade traz de volta o mundo mágico da vida. Mas tudo é ilusão, porque definitivamente a pessoa está noutro plano, e já não conseguimos conversar com ela.
Segundo a Dra. Erli dos Santos, “desde que o Criador acendeu a fornalha do coração humano com o fogo que tirou de seu coração, a terra se encheu de calor e de luz.  E o fiel amigo se tornou pão para seus amigos.
Alguns, não vendo o alimento que está ao seu alcance, recusam tornar-se pão para os outros. Não acreditam que sua palavra, o seu sorriso, o seu ser, o seu coração podem alimentar os outros e fazer renascer neles a confiança.
Outros [...] descobrem que seu alimento é dar a partir do cotidiano pela amizade, pelo olhar, pela palavra, pela atividade”.
Ruben Toillier, cujo convívio perdemos tão de repente, nos ensinou tantas coisas, mas esqueceu de ensinar-nos como suportar sua ausência. Não vamos nos cansar de ver as imagens, os vídeos de suas interpretações com as bandinhas que ele tanto amava, mas nenhuma delas vai revelar o segredo de viver. Vamos ter que descobrir isto sozinhos. É a dura lição da orfandade!