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Natal hoje e sempre

Osvino Toillier - 20/12/2019

O fim do ano é pródigo em sentimentos e simbologias. A cada momento, nossos pensamentos são envolvidos pela magia do Natal, este tempo tão bonito, tão incrível, tão fascinante, que evoca tantas lembranças em cujo universo renasce o mundo das nossas fantasias dos tempos idos.
A vida é presente, passado e futuro. É um eterno vir-a-ser, que renasce a cada amanhecer. À medida que o sol desponta e ilumina a face da terra, a vida desabrocha com todo o seu fulgor. Todos nós somos herdeiros deste mundo mágico com que convivemos.
Só tem um jeito: a sisudez dos adultos se render à capacidade de encantamento das crianças e permitir que a candura e a inocência infantis façam morada em nossos corações para acolher a Divina Criança que vai nascer. É tempo de renascimento. Tempo de rever o plano de vida e não se deixar engessar pelas convenções e proclamar a supremacia do amor.
No Natal, Deus descobre um jeito definitivo de tocar o mundo e as pessoas através de um Menino humilde. “Deus nasce e o mundo inteiro começa de novo”, arrisca dizer o psicanalista Carl Jung.
Que o espírito natalino nos alcance e sensibilize nossos corações a fim de que incorporemos o sentimento de humildade e fraternidade como valores fundamentais de nossa existência e celebremos diariamente a sacralidade da vida. Sejamos porta-vozes da Boa Nova da Divina Criança, nascida na Manjedoura de Belém.
A vida é dádiva e como tal precisa ser vivida. Como em nenhuma época do ano, a sensibilidade nos leva a olhar para a criança como expressão mais concreta do amor de Deus pela humanidade. Nos olhos da criança desabrocha o mais puro de sentimento de amor pela humanidade.