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A passagem do tempo

Osvino Toillier - 10/01/2020

Minha reflexão é sobre a passagem inexorável do tempo, que se traduz nos números dos anos que subscrevemos.
Meu olhar é para o fenômeno que foge do nosso controle, apesar dos ponteiros do relógio e dos números do calendário. O fenômeno é bem este: a passagem inexorável do tempo, que passa sem nos darmos conta e cuja fugacidade foge ao nosso controle.
Mas o que é o tempo? Vamos nos socorrer de escritores e poetas que refletiram sobre ele. Começamos com o escritor argentino Jorge Luís Borges: “O tempo é a substância da qual sou feito. O tempo é um rio que me leva, mas eu não sou o rio. É um tigre que me despedaça, mas eu não sou o tigre. É um fogo que me consome, mas eu não sou o fogo”.
Vamos nos aconselhar com o filósofo grego Heráclito, que nos ensina que "a mudança é a única constante do mundo. Tudo muda incessantemente. Nenhum homem consegue entrar duas vezes no mesmo rio. Da segunda vez, não é mais o mesmo homem, nem o mesmo rio."
Da mesma forma, no dizer de Kirkegaard, “a vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás, mas só pode ser vivida, olhando para a frente”.
O poeta Mário Quintana nos legou esta preciosidade: “O Ano Novo ainda não tem pecado: É tão criança... Vamos embalá-lo... Vamos todos cantar juntos a seu berço de mãos dadas a canção da eterna esperança”.
Então, vá fundo nas suas emoções, jogue para cima todos os grilos, aposte nos seus sonhos, não dê trégua à busca do sentido de vida, espante a tristeza, pare só para abastecer de energia positiva e renda graças a Deus por todas as bênçãos e renove a fé. Ah! e não esqueçamos de cantar, todos juntos, a eterna canção da esperança, para embalar o Ano Novo em nossos braços.