Edição do dia 17/01/2020

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A truculência na sua essência

Olhar Parcial - Edison Rabuske - 10/01/2020

O presidente Donald Trump na última semana demonstrou ao mundo que sua truculência não tem limites, pois as versões até agora levadas a público são meras falácias que escondem as reais intenções do imperador do mundo.
Os Estados Unidos da América, com sua longa trajetória constitucional, sempre teve uma grande influência sobre o panorama político mundial desde sua independência no final do século XVIII, seja pelo seu poder bélico ou por sua longeva vida democrática. Na América Latina, tanto para o bem como para o mal, sempre esteve muito presente e de forma muito forte no Brasil, que teve sua primeira Constituição Republicana inspirada no texto constitucional norte-americano.
No caso do Oriente Médio, as relações de interesses americanos são antigas, em especial no campo do petróleo lá existente, mas também, sempre serviu de espaço para venda, troca e desova dos estoques da indústria armamentista americana, que, como até as pedras sabem, sempre teve muito poder na política americana. 
Desta forma, quando boa parte da imprensa mundial deu a entender que a atitude de Trump foi impensada e impulsiva, ao determinar o ataque que culminou com a morte General Soleimani, os pronunciamentos seguintes do presidente americano desmentiram tal estratégia, pois restou claro que além de impor seu poder bélico ao seu momentâneo inimigo no Oriente Médio, deu mostras do que havia prometido em sua campanha eleitoral anterior, que diga-se, deverá ser repetido na eleição deste ano. 
Com o contexto acima, percebe-se que a eleição dos EUA deste ano será mais complexa que a anterior, pois não haverá limites na disputa, eis que resta evidente que se depender do Trump, as conquistas da democracia, que aposta no diálogo e na tolerância entre os povos, novamente será vencida pela violência e truculência.