Edição do dia 17/11/2017

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Professores da Escola Goiás protestam contra o parcelamento de salários

Apoiados por alunos e familiares, educadores realizaram um abraço simbólico ao prédio do colégio nesta segunda-feira, 11

EDUCAÇÃO - 12/09/2017

Educadores deram as mãos em um abraço simbólico ao prédio do colégio Educadores deram as mãos em um abraço simbólico ao prédio do colégio Crédito: Guilherme Athayde

 

Um abraço simbólico no prédio do colégio, seguido por uma salva de palmas, marcou a manifestação realizada na tarde de segunda-feira, 11, por alunos e professores da Escola Estadual de Educação Básica Estado de Goiás.

A atividade foi um protesto contra o parcelamento do salário dos servidores estaduais realizado pelo governo de José Ivo Sartori (PMDB).

Segundo a professora Ana Paula Giffoni, com o atraso no vencimento os educadores estão escolhendo quais contas irão pagar, tendo que deixar alguns compromissos para trás, e em alguns casos, precisam pegar empréstimos para honrar outros empréstimos já realizados, consequência de 21 meses consecutivos de parcelamento salarial praticado pelo governo gaúcho.

“Estamos pagando juros para o banco, e cada vez aumenta mais. O terrorismo do governador é que as folhas vão se encontrar. Ele não vai terminar um pagamento e já vai ter outro para fazer. Isso é desesperador”, comenta a professora de português da escola. Segundo Ana Paula, existem professores que já estão com dificuldades para pagar a locomoção até o serviço, e o momento é de humilhação, afetando o cenário dentro de aula.

A professora Elenice Botelho ratifica a opinião da colega. Para ela, a motivação dos professores para continuar trabalhando é pelos alunos da escola, que também são vítimas da situação.

“Dessa forma não tem motivação que resista. Os alunos percebem que a gente não tem o mesmo pique. Não tem como não ficar incomodado, por causa das contas que estão vencendo. Ninguém recebe a conta da água ou da luz parcelada, e o governador nos desrespeita porque não nos dá nenhuma atenção. Se sabe de isenções de impostos milionárias para empresas no estado, e são impostos que poderiam pagar a folha, mas ele (Sartori) prefere negociar com as empresas e não com os professores e não dá atenção para a educação”, observa a educadora.

Até agora, os servidores estaduais receberam três parcelas do salário de agosto. No início de setembro foram depositados R$ 350,00. As outras duas parcelas foram de R$ 170, e R$ 280. O 13º salário também é pago fracionado em 12 vezes.

Durante a segunda-feira, 11, diversas manifestações contra o parcelamento de salário dos servidores estaduais ocorreram no Rio Grande do Sul. Pela manhã, cerca de 100 pessoas, entre professores, funcionários e alunos da escola Ernesto Alves, também em Santa Cruz do Sul, se concentraram no ginásio da escola.