Edição do dia 12/12/2017

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História desumana

Não seria melhor buscarmos a felicidade geral da sociedade humana, seja na vitória ou na derrota?

EDITORIAL - 05/12/2017

É um pouco repetitivo dizer o que vamos dizer a seguir, mas a Copa do Mundo representa uma oportunidade de congraçamento entre vários países. Afinal, o esporte tem sido marcado, há décadas, por momentos de violência, dentro ou fora do campo. Por exemplo, já houve briga entre jogadores do Real Madrid e do Barcelona, dois clubes que representam o mais alto nível técnico e profissional. Isso dá uma dimensão muito evidente da questão da violência no futebol. Competitividade e rivalidade, em diversas ocasiões, acabam por tomar um tamanho exagerado. É por isso que a derrota deveria ser vista como algo normal do esporte. “É preciso saber perder e saber ganhar” - um ditado antigo que poucos lembram na hora de um grande jogo, um clássico, um jogo decisivo. Por essa razão, a competitividade, embora inerente ao esporte, não pode ser levada ao extremo.

É interessante, nesse sentido, a ideia do “ecumenismo do esporte”. A palavra “ecumenismo” aponta para a busca do bem-estar geral da sociedade, não desta ou daquela pessoa, ou de um determinado grupo específico. E o bem-estar de uma pessoa, ou de um grupo específico, é algo que infelizmente o esporte estimula com muita frequência. “A História é contada pelos vencedores, e no esporte ela só registra os vencedores”. Por que se preocupar tanto em escrever a História? Não seria melhor buscarmos a felicidade geral da sociedade humana, seja na vitória ou na derrota? Pois quem conta a História, muitas vezes, “esquece” um tanto das suas próprias falhas. É como se os autores da História se colocassem acima das falhas humanas. Não é isto uma desumanidade?