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Catedral São João Batista apresenta novo pároco

Padre Roni Osvaldo Fengler sucede o Padre Rogério Kunrath

RELIGIÃO - 09/02/2018

SARA ROHDE
[email protected]

A Catedral São João Batista em Santa Cruz do Sul conta com um novo pároco a partir deste ano. O Padre Roni Osvaldo Fengler tomou posse do cargo sucedendo o Padre Rogério Kunrath que atuou por cinco anos. O padre Roni que é natural de Venâncio Aires tem uma longa caminhada com a fé ao lado de Jesus. Em 2017, completou 25 anos de Ordenação Presbiteral, com sua primeira missa realizada no dia 24 de novembro de 1991, na Igreja Matriz Santa Catarina, em Linha Brasil, na terra do chimarrão. Ainda em 2017 a paróquia completou 25 anos. A história do Padre Roni começou em Encruzilhada do Sul, após ele seguiu para Viamão onde ficou por alguns anos como reitor. Ele atuou três anos na diocese de Sinop, no norte de Mato Grosso, em seguida, retornou e assumiu como reitor do seminário São João Batista em Linha Santa Cruz. Atuou na Comunidade Santo Inácio, passou por Lajeado, Arroio do Meio e esteve por seis anos na Alemanha.
Ele destaca que os trabalhos realizados pelo Padre Rogério vão continuar ganhando força, inclusive a restauração da Catedral já está nos planos. Ele conversou com as lideranças e padres da região para ver o que precisa ser modificado, reforçado e o que vai continuar como está. “Vamos trabalhar e ver o que precisa ser articulado, respeitando o trabalho dos antecessores e procurando dar continuidade ao que já foi plantado”, afirma. Haverá formação de lideranças, trabalhos pastorais e os movimentos continuarão. O pároco afirma que a Catedral deve continuar sendo uma casa de oração, de encontro com Deus. “Procuramos preservar esse ambiente religioso, primeiro Jesus, depois o turismo”, afirma. 
Para o Pe. Roni o principal desafio de um pároco hoje em dia é ser agente de comunhão. “Trabalhar em comunhão e não desenvolver projetos pessoais. Procurar trabalhar em sintonia com os colegas padres que estão na região, em sintonia com a diocese e também em sintonia com a Igreja Católica no Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB) e logicamente em comunhão com o Papa Francisco que dá os desafios da atualidade que precisamos acolher”, completa. O padre destaca que hoje em dia é preciso aproximar a comunidade como uma igreja misericordiosa que cura as feridas, que saiba acolher o próximo e não fique esperando o povo ir à comunidade. “Queremos incrementar uma cultura de paz e solidariedade que supere essa onda de violência que nos afeta de uma forma muito cruel”. 
Para aproximar os jovens com a Igreja e com Jesus, o Padre explica que “em primeiro lugar precisamos apoiar os grupos que existem, grupos de jovens e equipes que se preparam, se encontram e ajudam nas pastorais. Precisamos valorizar e fortalecer o que temos. A catequese vai trabalhar muito essa questão dos adolescentes e jovens para que não seja apenas uma preparação para um sacramento da eucaristia ou da crisma, mas seja a catequese a serviço da iniciação à vida cristã. A catequese conduz a esse amor de Jesus Cristo, pois ele é o salvador e a luz do mundo”. Para Roni as quatro prioridades que a diocese assumiu e que trabalharão em comunhão são a catequese, a formação de lideranças e do povo em geral, pastorais sociais procurando ser uma igreja samaritana e servidora e a evangelização da juventude. 

CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Na quarta-feira de cinzas ocorre o início da quaresma e também haverá o lançamento da ‘Campanha da Fraternidade’ que este ano tem o tema ‘Superação da Violência’ com o lema ‘Em Cristo Somos Todos Irmãos’. Um tema que o evangelho possa responder e ajudar a criar um mundo melhor. “Este tema vai nos ajudar a refletir que, nós como cristãos, a partir da fé, podemos ajudar a promover a paz superando a violência”, afirma o Padre Roni.  
Para o Padre Paulo Krindges, que acompanha o Padre Roni desde os tempos da faculdade de Teologia e hoje trabalha juntamente a diocese, a questão da superação da violência na verdade é a base da prática cristã. “Hoje vem a nós o Papa Francisco que insiste em sermos uma igreja que vai ao encontro das pessoas. O bom é conversar pessoalmente com essas pessoas, olhar no olho. Então a cultura cristã é isso, ir ao encontro das pessoas, procurar, apesar das diferenças, sempre viver em harmonia e quando se vai ao encontro do próximo, os mais necessitados e fragilizados, devemos dar a nossa atenção”. Para o Padre Paulo a Campanha da Fraternidade este ano vem justamente reforçar isso, a solidariedade que devemos ter entre nós para superar a violência.
O Padre Roni completa dizendo que para nós o exemplo a seguir é Jesus Cristo. “Como Jesus superou a violência? ele não superou a violência sendo violento, ele mandou Pedro largar a espada e foi crucificado, ele reagiu com o amor mais perfeito e mais profundo que já pode existir, é o amor fraterno. Por isso ele sempre foi anunciado como o Príncipe da Paz”. 

Semana Santa
A programação da Semana Santa irá seguir os mesmos horários dos eventos anteriores. Começa na quinta-feira santa à noite, seguindo da sexta-feira santa e a celebração da ressureição com a Vigília Pascal. São as quatro celebrações fortes no município e na igreja. Na sexta-feira santa, a partir das 17 horas, haverá 14ª Caminhada até a Cruz, onde a comunidade se encontrará em frente à Catedral e seguirá caminhando até o Parque da Cruz. Haverá a Via Sacra, que reúne figurantes da comunidade que se dispõe de encenar a caminhada de Jesus com a cruz nas costas.

Crédito: Sara Rohde