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'Leigos e Leigas iluminando o mundo e dando sabor à vida'

VI Assembleia Diocesana de Leigos e Leigas será em Santa Cruz do Sul

RELIGIÃO - 09/11/2018

Ângela Letícia Mann
angela@riovalejornal.com.br

Elisabete Dreher: "Nossa intenção é mostrar para os fiéis, como é maravilhoso, gratificante, emocionante, se envolver na casa de Deus" Elisabete Dreher: "Nossa intenção é mostrar para os fiéis, como é maravilhoso, gratificante, emocionante, se envolver na casa de Deus" Crédito: Ângela Letícia Mann

Acontece dia 15 de novembro de 2018, a VI Assembleia Diocesana de Leigos e Leigas, da Diocese em Santa Cruz do Sul, com o tema “Leigos e Leigas: Iluminando o mundo e dando sabor à vida”, e o lema: “Eu sou a videira; vós os ramos” (Jo 15,5). Leigos são um conjunto de fiéis, com exceção daqueles que receberam uma ordem sacra abraçando o estado religioso aprovado pela igreja, que realizam na igreja e no mundo, na parte que lhes compete, a missão de todo o povo cristão, e buscam a integração dos movimentos pastorais, dos que vivem sua vida comunitária numa paróquia ou comunidade e daqueles que vivem sua fé cristã inseridos nas atividades da sociedade. Este importante encontro, será realizado no Centro Comunitário da Catedral, com uma taxa de inscrição de R$ 10,00.  A acolhida será às 8h30, sendo o início das atividades às 9h. O almoço será partilhado, pois todos inscritos foram convidados a trazer lanche para colocar na mesa comum. 
 O Conselho Diocesano de Leigos foi criado no ano de 1987 na Diocese de Santa Cruz do Sul, com o intuito de buscar e construir uma caminhada de reflexão, organização e espiritualidade na tentativa de poder auxiliar na evangelização, sempre em comunhão com a Diocese. Um primeiro grupo foi formado por pessoas que representavam alguns setores pastorais.  
Conforme Elisabete Irene Dreher, professora de física aposentada e atualmente, funcionária da Mitra Diocesana de Santa Cruz do Sul, “em 1987 e 1988 aconteceram algumas reuniões depois foi feita uma primeira grande Assembleia, que participaram em torno de 35 pessoas, e nos anos 1989, 1990 e 1991 não foram encontrados registros. Em 1992 foi reativado o Conselho quando de novo aconteceram reuniões sempre tentando colocar a sede da reunião em locais diferentes, para facilitar o deslocamento das pessoas envolvidas. A Diocese é muito grande, ela engloba muitos municípios. Seguiu até o ano de 2001 com algumas reuniões ordinárias, e neste meio tempo de 1987 até 2000 aconteceram cinco assembleias Diocesanas. O Conselho diocesano de leigos (CDL) não é um órgão, um organismo ou uma pastoral. Ele não tem uma rubrica portanto, não tem uma verba destinada para funcionamento, então ele depende muito de pessoas voluntárias”, explica Elisabete.
Segundo Elisabete, “o nosso grupo atual se apropriou de um regimento do Conselho de Leigos da Diocese que foi montado em 17 de agosto de 1996, não sabemos exatamente se já existia outro, se esse foi o primeiro, ou se ele é uma cópia de um modelo existente, mas é o regimento que hoje existe. Na nossa assembleia do dia 15 vamos estudar esse regimento vamos colocá-lo em avaliação e talvez haja alguma alteração, por isso estamos convidando pessoas de todas as paróquias das comarcas, para que os trabalhos de grupos sejam resultado de ideias de toda Diocese. Caso sejam sugeridas alterações, estas serão avaliadas e votadas, o que só pode ser feito em uma assembleia representativa. Se esse regimento mudar, no final deste ano a gente vai registrar, e a partir de 2019 fica valendo o novo regimento,” afirmou ela.
 “Nessas nossas reuniões de equipe de articulação e também nos encontros nas diferentes comarcas, nós tentamos passar para as pessoas a ideia de que, atentos aos resultados da última Assembleia Diocesana da Pastoral, se teve a constatação de que tanto os leigos quanto os sacerdotes da nossa diocese estão envelhecendo, consequentemente se aposentando, diminuindo seu ritmo de trabalho e com isso está faltando povo para trabalhar na divulgação do Reino de Deus. Poucas pessoas estão com muitas tarefas, precisamos de mais operários nessa missão, não só no trabalho dentro da igreja, mas no testemunho fora dela, na sociedade. Por exemplo, se uma pessoa está necessitada e carente, que eu saiba ser um ombro amigo, aquele ouvido capaz de escutar as necessidades, de repente até ser capaz de encaminhar essa pessoa para um aconselhamento, uma atuação. Pois muitas vezes estamos tristes e carentes, e o fato de trabalhar na evangelização nos completa, nos faz bem, isso a gente só percebe depois que estamos envolvidos”, ressaltou Elisabete.  
 “O nosso documento básico de estudo que trabalhamos bastante em 2017 é o Documento 105 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que tem como título “Cristãos leigos e leigas na igreja, e na sociedade”.  Como lema, os versículos 13 e 14 do evangelho de Mateus do capítulo 5, que é ‘ser sal da terra e luz do mundo’. O sal é o que dá sabor ao alimento, teremos como função dar esse sabor às pessoas que se propõem a trabalhar na propagação do reino. Quem não tem luz fica na escuridão, nós queremos também ser luz, trabalhar não só na Igreja mas em todos os espaços, em todos os âmbitos da sociedade, fazer parte da política, ação social, dos eventos, de tudo onde podemos e devemos propagar o Reino de Deus,” coloca Elisabete. 
“A nossa intenção é mostrar para os fiéis, como é maravilhoso, gratificante e apaixonante, a gente se envolver na causa de Deus. Fazer momentos de espiritualidade e ter a palavra do Bispo D. Aloisio Alberto Dilli, dos Padres Roque Hammes e Paulo Krindges, com o professor João Pedro Schmidt e também da nossa coordenadora do Regional Sul 3 - CNLB, D. Edi Rossi Pradier. Apresentaremos os resultados da pesquisa do rosto do Leigo na Diocese, faremos um almoço partilhado, pois cada pessoa que vier, vai trazer algo para compartilhar, e depois colocaremos tudo em uma mesa comunitária. Essa experiência tivemos em um encontro Diocesano de catequistas que aconteceu em Arroio do Meio e foi uma experiência. À tarde faremos trabalhos em grupos, com pessoas de diferentes comunidades que vão lançar diferentes ideias. Depois também faremos trabalhos em grupos por comunidades, porque cada paróquia, tem as suas particularidades, e é importante que eles saiam daqui com uma proposta para sua comarca, para sua paróquia, para sua comunidade. Temos confirmadas 150 inscrições e ainda esperamos algumas. Estamos eufóricos e sonhando com um momento marcante na história de nossa Diocese”, ressalta Elisabete.

 

Programação:
1ªparte: Ver e Julgar (Manhã)
08h30min- Acolhida 
Oração Inicial
Abertura da VI Assembleia Diocesana de Leigos e Leigas e apresentação dos Participantes 
Palavra Inicial (Saudação)
Caminhada Conjunta: Clero e Laicato
Intervalo 
Conjuntura da Igreja na Diocese de Santa Cruz do Sul 
O perfil do Leigo na Diocese de Santa Cruz do Sul 
1º Momento de Grupos
Plenário
12h15 Almoço Partilhado
2ª Parte: Agir (Tarde)
13h15min- O Leigo na Sociedade
Perguntas e Contextualização 
CDL- O quê? Para quê?
1º Eixo: Ações em Âmbito Diocesano 
Exposição e Análise do Regimento do CDL 
Propostas de ações 2019-2020 à nível Diocesano 
Momentos de Grupos 
Resultado dos Grupos: Sugestões para o Regimento e Propostas de Ações para o CDL
2º Eixo: Ações em Âmbito Comarcal
Sugestões de Nomes para a Coordenação
Ações em Âmbito Comarcal
Momento de Grupo por Comarca: Cada Comarca propõe ações a partir de sua realidade
Exposição dos Grupos
Aprovação do Plano de Ação e Eleição da Coordenação Diocesana 
Avaliação
17h Missa de Envio