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Atenção ao social

Setor público precisa se tornar viável para investir nos mais pobres

EDITORIAL - 11/12/2018

Tanto no governo Temer quanto no governo Sartori, que estão em fase de finalização, erros podem ter sido cometidos, mas houve acertos também. Por exemplo, em termos positivos, Temer e Sartori apresentaram um discurso com o qual se pode concordar, em relação ao aspecto social. Para ambos, é preciso fazer com que o Estado (seja na esfera federal, seja na esfera estadual) seja viabilizado financeiramente para investir nos mais pobres. Devemos reconhecer que o setor público está muito endividado e precisa passar por uma reestruturação econômica, pois disso dependem o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a geração de empregos. É o que apontam vários especialistas na área econômica. O período do Estado como maior indutor da economia, ficou para atrás, nos governos de Lula e Dilma. O modelo de desenvolvimento do PT esgotou-se; agora é pensar em um Estado mais enxuto, com menores gastos.

Lula e Dilma, especialmente Lula, colheram seus bons resultados econômicos, mas agora é pensar para a frente, sem esquecer do aspecto social. O setor público precisa se tornar mais viável para favorecer a iniciativa privada e para ter uma “oxigenação” financeira com o intuito de fazer investimentos. E investir, entre outras áreas, no social é algo que deve ser realizado, considerando que o Brasil historicamente convive com as desigualdades.

Tomara que Bolsonaro e Leite possam manter essa consciência dentro dos governos federal e estadual, respectivamente. As pessoas mais desfavorecidas merecem um acompanhamento e uma atenção cada vez mais intensa por parte dos governantes.