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Mundo mais justo é possível

Imposto rigoroso para as pessoas mais ricas em termos globais, poderia reduzir os efeitos da desigualdade no planeta

EDITORIAL - 05/02/2019

A Oxfam, entidade que combate a pobreza em mais de 90 países, informou recentemente uma realidade que é muito preocupante. Segundo a organização, “as 26 pessoas bilionárias mais ricas possuem o mesmo em bens que as 3,8 bilhões de pessoas que fazem parte da metade mais pobre da população do planeta” (fonte: portal Carta Maior). A Oxfam defende a criação de um imposto para a população 1% mais rica. Isso permitiria arrecadar 418 bilhões de dólares por ano. O valor resolveria o problema da educação para todas as crianças que não frequentam a escola. Esse dinheiro que seria criado pelo imposto, permitiria também a implementação de serviços de saúde que evitariam 3 milhões de mortes.

Entre 1980 e 2016, a metade mais pobre da população mundial ganhou 12 centavos para cada dólar do crescimento de rendimento global. Já a população 1% mais rica ganhou 27 centavos de cada dólar.

De fato, um imposto rigoroso para as pessoas mais ricas em termos globais, poderia reduzir os efeitos da desigualdade no planeta. Os números levantados pela Oxfam são claros e objetivos; portanto, é bem nítido que a educação e a saúde dos mais pobres poderiam ser melhoradas com a arrecadação desse imposto.

Estamos diante de uma questão que precisa ser melhor trabalhada no meio político internacional. O Brasil, através de seus governantes, deveria se somar às discussões em torno do assunto. Precisamos de um mundo em que exista maior justiça social, embora a igualdade, dentro do cenário em que nos encontramos, seja impossível.  Mas podemos ter um mundo mais justo. É preciso sensibilidade para melhorar a situação.